Cantareira segue em alerta de ‘atenção’ para risco de escassez hídrica
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Cantareira segue em alerta de ‘atenção’ para risco de escassez hídrica

  • 30/10/2026 20:18
  • Redação

O Sistema Cantareira apresentou uma melhora significativa no volume de água armazenado e atingiu o nível de 50,69% de seu volume útil, nesta sexta-feira (30). Apesar da recuperação, o manancial continua operando na “Faixa 2 – Atenção” durante o mês de novembro, conforme comunicado da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). 

O principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo teve um índice que representa um avanço em relação ao registrado no dia 30 de setembro, quando o sistema estava com 41,10% de sua capacidade.  

Segundo a nota, a recuperação de quase 10 pontos percentuais é um sinal positivo para a segurança hídrica da região, mas ainda não é suficiente para retirar o Cantareira do nível de atenção. 

De acordo com as regras estabelecidas pela Resolução Conjunta nº 925/2017, quando o volume armazenado fica entre 40% e 60%, o sistema permanece na Faixa 2. Com isso, em novembro, a Sabesp estará autorizada a retirar até 31 metros cúbicos de água por segundo dos reservatórios. 

A ANA e a SP Águas reforçam que, mesmo diante da melhora nos índices, é importante manter medidas de economia de água, redução de perdas e uso consciente do recurso. A recomendação vale tanto para os serviços de abastecimento quanto para a população e os demais usuários das bacias atendidas pelo sistema. 

Responsável pelo abastecimento de cerca de metade da população da Região Metropolitana de São Paulo, o Cantareira também contribui para o atendimento de municípios das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, incluindo Campinas. 

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A melhora é motivo para otimismo, mas ainda exige cautela. O aumento do volume armazenado representa um avanço importante, porém a permanência na Faixa de Atenção reforça que a gestão dos reservatórios e o consumo consciente continuam sendo fundamentais para garantir a segurança hídrica nos próximos meses. 

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

  • Fonte: CNN Brasil
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