Câncer de mama e próstata: 156,5 mil casos ao ano reforçam papel do seguro
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Câncer de mama e próstata: 156,5 mil casos ao ano reforçam papel do seguro

  • 21/10/2026 13:15
  • Redação

Eri Brito, cooperada em Cerejeiras (RO) Assessoria | Sicoob Credisul O Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama e 77.920 de próstata por ano entre 2026 e 2028, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Juntos, os dois tipos representam cerca de 156,5 mil novos casos anuais e estão entre os cânceres mais frequentes no país.

O câncer de mama corresponde a 30% dos casos entre as mulheres e o de próstata, a 30,5% entre os homens, quando excluídos os tumores de pele não melanoma.

No câncer de mama, a idade é um dos principais fatores de risco: cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos.

Outros fatores associados à doença incluem excesso de gordura corporal, consumo de bebidas alcoólicas, inatividade física e histórico familiar ou alterações genéticas hereditárias.

Entre os sinais que merecem atenção estão nódulos endurecidos e persistentes, mudanças na textura e retrações na pele da mama, saída espontânea de líquido e alterações no formato do mamilo.

Esses sinais devem ser avaliados por um profissional de saúde.

Para mulheres de 50 a 74 anos sem sinais ou sintomas, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento a cada dois anos.

Já diante de alterações suspeitas, a investigação médica deve ocorrer independentemente da idade.

No câncer de próstata, a idade também é um fator de risco importante, com aumento da incidência e da mortalidade especialmente após os 60 anos.

Ter pai ou irmão que desenvolveu a doença antes dos 60 anos também está associado a um risco maior.

O excesso de gordura corporal está relacionado ao risco de câncer de próstata avançado.

A doença pode não apresentar sintomas nos estágios iniciais.

Quando aparecem, os sinais podem incluir dificuldade para urinar, diminuição do jato urinário, demora para iniciar ou terminar a micção, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite e presença de sangue na urina.

Esses sintomas não significam necessariamente câncer, mas devem ser investigados por um profissional de saúde.

O INCA não recomenda o rastreamento do câncer de próstata de forma indiscriminada para homens sem sinais ou sintomas.

A necessidade de investigação deve ser avaliada individualmente com um profissional de saúde.

Além dos impactos na saúde, um diagnóstico de câncer pode mudar a rotina do paciente e de sua família.

Despesas com medicamentos, consultas, deslocamentos e outros cuidados podem se somar a uma eventual redução da renda em razão do afastamento das atividades profissionais.

Nesse cenário, o seguro de vida pode representar uma alternativa de proteção financeira.

E, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, algumas modalidades não se restringem à cobertura em caso de falecimento.

Há opções que também podem ser acionadas pelo próprio segurado durante a vida, diante do diagnóstico de doenças graves previstas na contratação.

Foi essa cobertura que fez diferença para a cooperada Eri Brito, de Cerejeiras (RO).

Ela havia contratado o seguro de vida na Sicoob Credisul meses antes de descobrir um câncer de mama.

Ao receber o diagnóstico, lembrou-se do seguro e procurou sua gerente para verificar se poderia contar com o benefício. “Eu entrei em contato com a minha gerente, enviei a biópsia e perguntei o que o seguro cobria.

Ela confirmou a cobertura e, em dois dias, o dinheiro já estava na minha conta.

Foi um suporte que eu jamais esperaria que teria.

Por isso, digo para as mulheres: invistam em vocês.

Você não sabe o que vai acontecer amanhã.

Faça seu seguro, porque quando eu precisei, fui muito bem atendida e tudo aconteceu muito rápido”, destacou Eri.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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