Educação financeira começa ainda na juventude
- 10/10/2026 20:15
- Redação
Falar sobre dinheiro em família é uma coisa. Administrar o próprio saldo, decidir se uma compra cabe no orçamento e guardar uma quantia para um plano futuro exigem outro tipo de aprendizado.
Uma pesquisa do Observatório Febraban, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), mostra que ainda há bastante a aprender sobre o assunto. No levantamento, realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE) com 3 mil pessoas nas cinco regiões do país, 55% dos entrevistados disseram entender pouco ou nada de educação financeira. Ao mesmo tempo, 91% consideram o tema importante ou muito importante para a vida pessoal e profissional. Em casa, 54% afirmaram conversar ou ter conversado com crianças e adolescentes sobre finanças.
Para que os filhos comecem a administrar o próprio dinheiro sem tirar os pais de perto, o BTG criou a Conta Jovem. A conta permite receber valores, fazer pagamentos, consultar o saldo e guardar dinheiro, enquanto os responsáveis acompanham gastos e limites pelo aplicativo.
Um Pix para um amigo, o lanche depois da escola, uma assinatura ou uma compra desejada trazem perguntas concretas. Quanto ainda há na conta? Quanto já foi gasto? Se eu comprar agora, quanto sobra para o restante do mês?
O jovem começa a tomar essas decisões aos poucos, enquanto os responsáveis continuam por perto para acompanhar e orientar.
Uma transferência pelo celular parece corriqueira para um adulto acostumado a movimentar a própria conta. Para quem está começando, envolve conferir o saldo, informar o valor correto, verificar o destinatário e calcular quanto restará depois da transferência.
Na Conta Jovem, os filhos têm cartão de débito isento de mensalidade, com pagamento por aproximação e uso em carteiras digitais, além de acesso ao programa Mastercard Surpreenda e a saques nos caixas da rede Banco24Horas. Também fazem compras, assinaturas e Pix.
A mesada entra nessa rotina pelo Pix recorrente, que permite aos pais programar a transferência periódica. Receber um valor regularmente exige um aprendizado diferente de pedir dinheiro para cada despesa: o filho passa a ter uma quantia disponível e precisa distribuí-la entre os gastos do dia a dia e os planos que pretende realizar. Se o saldo termina antes do esperado ou surge uma compra de valor maior, é preciso decidir o que cabe naquele mês e o que terá de esperar.
O Assistente Virtual é uma das novas funcionalidades da Conta Jovem. Pelo recurso, o usuário faz Pix por texto, áudio ou mensagem, consulta o saldo, paga contas a partir de uma imagem, quita boletos e divide despesas.
A ferramenta simplifica operações bancárias do cotidiano. Não ensina educação financeira nem orienta o jovem sobre o destino do dinheiro.
Se uma pessoa paga a conta de um grupo de amigos, o jovem consegue acertar sua parcela pela própria conta. Também consulta quanto tem disponível antes de uma compra ou paga um boleto que recebeu.
Para fazer essas operações, o filho já não precisa recorrer aos pais a cada vez. Eles seguem acompanhando a conta.
Ter autonomia para gastar não significa necessariamente perceber quanto se gastou. Uma despesa pequena chama pouca atenção isoladamente. Somada a outras ao longo das semanas, já representa uma fatia maior do valor recebido.
O Minhas Finanças, outra novidade da Conta Jovem BTG, organiza as despesas por categorias. Lanches, transporte, assinaturas e lazer, por exemplo, ficam reunidos no histórico, dando ao jovem uma visão de quanto gastou em cada frente.
Esse histórico também serve de referência para as conversas em casa. Pais e filhos conseguem identificar quais despesas pesaram mais e discutir o que vale rever no mês seguinte.
Assistente Virtual e Minhas Finanças cumprem funções distintas na conta. O primeiro simplifica tarefas bancárias; o segundo organiza as informações sobre o uso do dinheiro.
A pesquisa do Observatório Febraban mostra que 47% dos entrevistados associam educação financeira principalmente ao planejamento e ao controle de receitas e gastos. Aprender a investir foi mencionado por 23%, enquanto 12% citaram guardar dinheiro para emergências.
Para quem está começando a lidar com dinheiro, investimento não precisa vir acompanhado de uma lista de termos técnicos. O primeiro passo pode ser simplesmente separar uma quantia do que se recebe e não gastá-la de imediato.
Na Conta Jovem BTG, esse primeiro contato com investimentos ocorre pelo CDB, apresentado de maneira próxima à ideia de um cofrinho. O jovem guarda dinheiro para um objetivo, como comprar um eletrônico ou fazer uma viagem.
A partir dos 16 anos, o jovem tem acesso ao menu completo de investimentos do BTG.
Nem tudo cabe no saldo do mês. Aprender a esperar também entra nessa conta.
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