Nem a roda, nem o fogo: o cheiro insuportável de peixe estragado pode ter sido o grande segredo para a sobrevivência da humanidade
- 02/10/2026 08:07
- Redação
O cheiro forte que os peixes mortos liberam pode ter um significado importante na história da sociedade.
O odor desagradável que esses animais marinhos apresentam quando começam a estragar nada mais é que a ação das bactérias consumindo o que sobrou do peixe.
De acordo com o canal Manual do Mundo, do jornalista Iberê Thenório, as bactérias transformam a substância que protege o peixe do frio em um composto que tem amônia, que gera uma reação negativa imediata nas narinas do ser humano.
Quando morrem, os animais liberam dois compostos da amônia: a putrescina e a cadaverina, que dão aquele cheiro característico de podridão.
Isso é o que fazia com que os povos antigos conseguissem diferenciar o que estava fresco e o que estava apodrecido e não podia mais ser ingerido.
Por meio desta diferenciação, graças aos odores liberados pela amônia, que a humanidade conseguiu sobreviver por tantos milênios.
Uma curiosidade sobre o odor liberado por animais mortos, é que algumas pessoas que desmaiam são acordadas depois de cheirarem sais de amônia.
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