TJMT retoma expediente, mas mantém prazos processuais suspensos até quarta-feira (30)
- 28/09/2026 18:27
- Redação
TJMT Reprodução O Poder Judiciário de Mato Grosso retomou o expediente com atendimento ao público nesta segunda-feira (28), após uma suspensão de uma semana devido a um incidente de segurança identificado na infraestrutura tecnológica do órgão.
Apesar da retomada, os prazos processuais permanecem suspensos até quarta-feira (30) e voltam a ser contados na quinta-feira (1º).
A retomada gradual das atividades foi determinada pela Portaria nº 1.370, de 25 de setembro de 2026, como parte das medidas adotadas para restabelecer os sistemas e garantir a segurança das informações do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
O Processo Judicial Eletrônico (PJe) já foi restabelecido e deve ser acessado diretamente pelo endereço do sistema, digitado na barra do navegador, sem utilizar o portal do TJMT.
Agora no g1 Segundo o Tribunal, podem ocorrer instabilidades durante a reativação progressiva dos serviços, devido ao restabelecimento das integrações e ao aumento simultâneo no número de acessos.
As audiências seguem normalmente.
No entanto, caso advogados ou partes tenham dificuldades para acessar processos ou obter informações necessárias em razão das instabilidades, a situação deverá ser comunicada ao magistrado responsável, que avaliará cada caso e possíveis prejuízos.
Para auxiliar os advogados, o TJMT também disponibilizou um manual com orientações sobre o acesso ao Balcão Virtual, incluindo instruções para entrar na fila de atendimento, acompanhar a vez e participar de videochamadas com a equipe de suporte técnico.
o caso TJMT fica fora do ar após uma manutenção emergencial nso sistemas do Tribunal Reproudução O TJMT suspendeu o expediente e os prazos processuais a partir de segunda-feira (21), por determinação do presidente do órgão, desembargador José Zuquim Nogueira, após identificar um incidente de segurança em parte da infraestrutura tecnológica do Tribunal.
A medida afetou processos físicos e eletrônicos de primeira e segunda instâncias.
A Polícia Civil e a Polícia Federal foram acionadas para investigar o caso.
O tribunal informou que logins e senhas de usuários haviam sido acessados, mas não havia evidências de vazamento de dados pessoais ou de decisões judiciais.
Também não foram identificados indícios de uso indevido dos dados ou de comprometimento dos sistemas de backup.