Boto cita quatro jogadores que atuam em Portugal que “caberiam” no Flamengo
- 25/09/2026 16:13
- Redação
José Boto, diretor de futebol do Flamengo, elencou quatro jogadores que atuam em Portugal que “caberiam” na equipe rubro-negra. O dirigente marcou presença no “Portugal Football Summit” e foi perguntado sobre atletas da liga portuguesa que poderiam ser “alvos” do clube brasileiro.
“Eu gosto muito daquele jogador do Porto com um nome esquisito, o Froholdt, gosto muito dele. Já no ano passado o segui e gosto bastante dele”, iniciou o português Boto.
“Mas acho que há outros jogadores… gosto muito do Maxi Araújo, do Sporting; o Prestianni também é um excelente jogador. E depois temos os portugueses… o Tomás Araújo… temos vários jogadores que, com certeza, cabiam no Flamengo”, prosseguiu.
O argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, se envolveu em grande polêmica com Vinicius Júnior em fevereiro. O brasileiro relatou que sofreu insultos racistas em jogo válido pela Liga dos Campeões. Prestianni foi punido pela Uefa por conduta discriminatória.
Apesar de citar os jogadores que atuam em Portugal, José Boto afirmou que o Brasil ainda não é visto por esses atletas como um destino prioritário.
“Há muitos jogadores aqui que eu gostaria de contratar, alguns portugueses, outros estrangeiros, mas que atuam em Portugal. É difícil, porque o jogador português não vê ainda o Brasil como um país para saírem, não é?”, disse.
“Embora hoje no Brasil se paguem salários muito, muito bons. Não há essa cultura ainda do jogador português sair para o Brasil, mas há bons jogadores aqui em Portugal, não só portugueses, como os jogadores estrangeiros que atuam nos três grandes, que são jogadores que caberiam perfeitamente no Flamengo que temos atualmente”, complementou.
Além do Flamengo, o dirigente reconheceu a força do Palmeiras no futebol brasileiro. Os times ocupam as primeiras posições no Campeonato Brasileiro e podem se enfrentar em mais uma decisão de Copa Libertadores.
“Os salários que se pagam no Brasil, especialmente o Flamengo e o Palmeiras, que são os dois maiores clubes, pagam salários ao nível dos melhores clubes europeus”, garantiu.
“E por outro lado, há a vontade de alguns desses jogadores de experimentarem o futebol brasileiro, que é algo único e que realmente não tem comparação com mais nenhum campeonato que nós possamos imaginar”, encerrou.