Quem é David Horn, candidato ao Senado pelo Distrito Federal
- 22/09/2026 18:26
- Redação
Aos 63 anos, David Horn Pureza é candidato a uma das vagas do Senado no DF (Distrito Federal) pelo PCO (Partido da Causa Operária).
Horn iniciou a vida política em 1998, quando se candidatou a deputado distrital. Em 2000, concorreu para vereador pelo Rio de Janeiro e em 2002 saiu para deputado federal no DF, sem êxito nas três ocasiões.
Em 2022, ele voltou às urnas para concorrer a deputado distrital pelo PCO, porém não foi eleito.
Nascido em Recife (PE), ele é professor aposentado da rede pública do DF e, durante a carreira, atuou em mobilizações da categoria.
Ligado à pauta educacional, Horn defende salário mínimo de R$8.000, reforma agrária, estatização do transporte, fim da Polícia Militar, legalização da maconha e fortalecimento do sistema público de saúde.
O candidato do PCO também se posicionou a favor do fim da 6×1, contrário à concentração de poderes no STF (Supremo Tribunal Federal) e à redução da maioridade penal.
Na candidatura ao Senado, Horn tem como suplentes os servidores públicos aposentados Mauro Sousa e Ricardo Machado.
As eleições de 2026 acontecem em 4 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Caso haja segundo turno para os cargos de presidente e governador, a votação será realizada em 25 de outubro.
O mandato de um senador tem duração de oito anos. Qualquer cidadão brasileiro pode se candidatar ao cargo desde que tenha mais de 35 anos; esteja em pleno exercício dos direitos políticos; tenha filiação partidária; e domicílio eleitoral no estado que deseja representar.
Junto com a Câmara dos Deputados, o Senado Federal compõe o Congresso Nacional.
Entre as atribuições de um senador estão a de elaborar e aprovar leis, fiscalizar o Estado brasileiro e aprovar indicações para cargos como ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), procurador-geral da República e presidentes e diretores do Banco Central.
Quem ocupa o cargo também se torna inviolável civil e penalmente e só pode ser preso se houver flagrante de crime inafiançável. Eles só podem ser levados a julgamento pelo STF.
Cada estado brasileiro é representado no Congresso Nacional por três senadores, com mandatos de oito anos. Nas eleições de 2026, cada eleitor poderá escolher até dois senadores.
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