Motorista morre 9 dias após acidente que matou filha e namorada em MT
- 09/09/2026 10:28
- Redação
Bruno Arnold, de 30 anos, Liz Antonella Lemes Arnold, de 3 anos e Jamilly Gabriele Fonseca Tisott, de 18 anos Reprodução O motorista Bruno Arnold, de 30 anos, morreu nesta quarta-feira (9), nove dias após um acidente entre uma caminhonete e um caminhão que matou a filha dele, Liz Antonella Lemes Arnold, de 3 anos, e a namorada, Jamilly Gabriele Fonseca Tisott, de 18 anos, na BR-163, em Jangada, a 80 km de Cuiabá.
Bruno estava internado no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) desde o acidente.
Segundo a Polícia Civil, o caminhoneiro envolvido na batida foi preso em flagrante por homicídio qualificado.
A identidade dele não foi divulgada pela polícia.
Após a morte de Bruno, a Prefeitura de Nobres publicou uma nota nas redes sociais lamentando a perda.
Ele era filho de uma servidora do município.
Agora no g1 A mãe de Liz também publicou uma homenagem a Bruno nas redes sociais. "Obrigada pelo pai que você foi para a nossa Liz e por tudo que vivemos juntos.
Você se foi junto com a nossa menina.
Descanse em paz, cuide da nossa Liz aí no céu", diz um trecho da mensagem.
O acidente Acidente entre caminhão e S10 deixa dois mortos em Jangada.
Reprodução Segundo a investigação, o caminhão teria invadido a pista contrária durante uma ultrapassagem em local proibido, no km 584 da rodovia.
Durante a manobra, a roda dianteira direita do caminhão atingiu a região do farol dianteiro da caminhonete.
Com o impacto, a caminhonete saiu da pista e bateu contra um barranco às margens da rodovia.
Jamilly e Liz não morreram ainda no local.
A ocorrência foi atendida inicialmente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O caminhoneiro foi conduzido à Delegacia de Rosário Oeste para prestar esclarecimentos.
Após analisar as circunstâncias do acidente, a Polícia Civil decidiu pela autuação em flagrante do motorista por homicídio qualificado.
De acordo com a polícia, foram consideradas a gravidade da conduta atribuída ao caminhoneiro e a circunstância de ele ser um motorista profissional, responsável pela condução de um veículo de grande porte.
A investigação aponta que o motorista teria desrespeitado a sinalização, feito a ultrapassagem em local proibido e invadido a pista contrária.
Para a Polícia Civil, os elementos reunidos indicam que ele teria assumido o risco de provocar o acidente ao realizar a manobra.