Defesa de nora presa por morte da sogra em MT pede avaliação psicológica
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Defesa de nora presa por morte da sogra em MT pede avaliação psicológica

  • 26/08/2026 10:24
  • Redação

Nora diz que matou sogra após marido ameaçar deixá-la e se arrepende A defesa de Alessandra do Nascimento Gonçalves, de 29 anos, presa pela morte da sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, pediu que ela passe por uma avaliação médica e psicológica.

O crime ocorreu dentro de uma casa em Confresa, a 1.160 km de Cuiabá, no sábado (22).

O pedido foi protocolado no domingo (23), mesmo dia em que ocorreu a audiência de custódia que a manteve presa.

O g1 tenta localizar a defesa de Alessandra.

O Ministério Público informou que não aceitou o pedido.

Agora, cabe à Justiça decidir se Alessandra será submetida ou não à avaliação.

A informação foi confirmada ao g1 pela assistência de acusação do MP.

Em depoimento à Polícia Civil, Alessandra disse que o marido ameaçava terminar o relacionamento.

Segundo ela, acreditava que, se algo acontecesse com a sogra enquanto ela estivesse ao lado do marido, demonstrando apoio, ele não terminaria o relacionamento.

A causa da morte de Maria Aparecida foi estrangulamento, segundo conclusão da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A motivação e as demais circunstâncias da morte ainda são investigadas pela Polícia Civil.

o caso Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa em Confresa (MT) Reprodução/Redes Sociais Maria Aparecida foi morta por volta das 6h35 do último sábado (22).

Vizinhos acionaram a Polícia Militar após ouvirem gritos de socorro vindos da casa onde ela morava.

Segundo a Polícia Civil, quando os militares chegaram ao endereço, encontraram o portão trancado.

A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e subiu no muro para verificar o que estava acontecendo.

Ao perceber a presença dos policiais, Alessandra abriu o portão e disse que havia ocorrido uma "tragédia" com a sogra.

Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo.

Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente.

Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.

Maria Aparecida era ex-servidora pública municipal.

Após a morte, a Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias e publicou uma nota destacando os anos em que ela trabalhou no serviço público.

Alessandra do Nascimento Gonçalves, de 29 anos, durante depoimento Reprodução

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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