Justiça determina novas medidas para leilão de bens apreendidos durante operação em MT

Justiça determina novas medidas para leilão de bens apreendidos durante operação em MT

  • 21/08/2026 20:39
  • Redação

Polícia cumpre mandados durante operação Luiz Vieira A Justiça determinou novas medidas para avançar no leilão e na destinação de bens apreendidos durante a Operação Ragnatela, que investigou suspeitos de integrar uma facção criminosa de Mato Grosso, e de promover shows nacionais e lavar dinheiro em casas noturnas de Cuiabá.

A decisão foi assinada nesta semana pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

Entre os bens envolvidos no processo estão veículos, joias e outros itens apreendidos durante a investigação.

A decisão também prevê, a avaliação das joias e a apresentação de documentos relacionados a veículos que foram apreendidos.

Agora no g1 A operação investigou um esquema que, segundo as autoridades, utilizava estabelecimentos de entretenimento e eventos para movimentar e ocultar dinheiro de origem ilícita.

A investigação também apontou a realização de shows nacionais como parte das atividades do grupo.

Também ficou definido ainda que sejam apresentadas informações e documentos sobre alguns dos veículos apreendidos, além da manifestação de até cinco dias do Ministério Público sobre pedidos relacionados aos bens.

o caso Operação cumpriu mais de mandados Reprodução Mais de 40 mandados de prisão e busca foram cumpridos durante a operação Ragnatela, contra suspeitos de integrar a maior facção criminosa de Mato Grosso, responsável por promover shows nacionais e lavar dinheiro em casas noturnas de Cuiabá.

Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos oito mandados de prisão e 36 de busca e apreensão, em Mato Grosso e no Rio de Janeiro, além do sequestro de imóveis e veículos, bloqueio de contas bancárias, afastamento de servidores de cargos públicos e suspensão de atividades comerciais.

As investigações identificaram que os criminosos participavam da gestão das casas noturnas e, com isso, o grupo passou a realizar shows de cantores nacionalmente conhecidos, custeados pela facção criminosa em conjunto com um grupo de promoters.

Os investigados movimentaram mais de R$ 79,1 milhões, entre 2018 e 2022.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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