Operação mira suspeitos de manter família refém e exigir Pix em Cuiabá

Operação mira suspeitos de manter família refém e exigir Pix em Cuiabá

  • 11/08/2026 07:46
  • Redação

Doze ordens judiciais são cumpridas nesta terça-feira (11) durante a Operação Pele de Cordeiro Reprodução Doze ordens judiciais são cumpridas nesta terça-feira (11) durante a Operação Pele de Cordeiro, que investiga um roubo a uma residência em Cuiabá.

Entre as medidas estão cinco mandados de busca e apreensão, duas prisões preventivas e cinco quebras de sigilo.

Segundo a investigação, uma família foi feita refém durante o crime, levada para uma região de mata e obrigada a realizar transferências bancárias por Pix.

O prejuízo passa de R$ 95 mil.

A operação é conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

As ordens foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias.

Operação busca provas e identifica participação dos suspeitos As equipes procuram celulares, computadores, chips e outros dispositivos eletrônicos que possam conter mensagens, registros de chamadas, fotos, vídeos e contatos relacionados ao crime.

Também são buscados documentos, informações sobre movimentações financeiras, dinheiro, ouro, armas, munições e outros objetos que possam ajudar a esclarecer o caso.

A operação tem ainda o objetivo de identificar a participação de cada investigado e descobrir como os valores e bens roubados foram movimentados depois do crime.

Agora no g1 Roubo aconteceu durante a madrugada O assalto ocorreu por volta das 3h15 do dia 17 de março deste ano.

De acordo com as investigações, três homens armados abordaram as vítimas quando elas saíam da residência e, depois, invadiram o imóvel.

Além de dinheiro, ouro, celulares e outros objetos, os criminosos teriam obrigado os moradores a realizar transferências bancárias.

Depois de deixarem a casa, os suspeitos levaram as vítimas para uma área de mata.

Elas permaneceram amarradas e sob ameaças.

Uma delas teria sido agredida ao se recusar a fazer uma das transferências.

Polícia investiga possível participação de pessoa próxima A apuração aponta que o roubo pode ter sido planejado previamente e que os criminosos podem ter recebido informações sobre a rotina da família, o patrimônio e os valores mantidos na residência.

Uma das principais linhas investigadas é a possível participação de uma pessoa próxima às vítimas no fornecimento desses dados.

Os investigadores também tentam esclarecer quem teria planejado e executado o assalto, quem forneceu apoio logístico e quem participou da circulação ou eventual ocultação dos bens e valores roubados.

As investigações continuam para reunir provas e reconstruir toda a dinâmica do crime.

Operação busca provas e identificar participação dos suspeitos Reprodução

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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