Bebê encontrado morto em lixeira de condomínio em MT tinha quase 8 meses, diz delegado

Bebê encontrado morto em lixeira de condomínio em MT tinha quase 8 meses, diz delegado

  • 23/07/2026 19:21
  • Redação

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e confirmou a morte.

Reprodução- Serginho Lapada O bebê encontrado morto dentro de uma caixa de papelão em uma lixeira de um condomínio em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, estava formado e tinha entre sete e oito meses de gestação, segundo informou o delegado Rogério Gomes, responsável pela investigação.

Inicialmente, o caso havia sido tratado como encontro de um feto.

Ao g1, o delegado a estimativa da idade gestacional é preliminar e será confirmada por exames periciais.

O delegado ainda informou que continua analisando imagens das câmeras de segurança do condomínio e deve ouvir moradores e outras possíveis testemunhas para tentar identificar a pessoa responsável pelo abandono. "A avaliação preliminar indica entre 7 e 8 meses.

Era um bebê já formado.

Além da análise de imagens, vamos ouvir possíveis testemunhas e realizar perícias nos vestígios coletados no local", disse o delegado.

Agora no g1 Segundo Rogério Gomes, a responsabilização criminal dependerá do resultado das investigações e das perícias.

A pessoa envolvida poderá responder por aborto, abandono de recém-nascido com resultado morte ou até mesmo homicídio. "A pessoa responsável pode responder pelos crimes de aborto, abandono de recém-nascido com resultado morte ou até mesmo homicídio.

Mas tudo vai depender das circunstâncias e detalhes completos após a investigação," afirmou o delegado.

Relembre o caso O corpo do bebê foi encontrado nesta quinta-feira (23) por um funcionário responsável pela coleta e separação de materiais recicláveis do Condomínio Chapada do Poente, em Várzea Grande.

Segundo a Polícia Militar, o trabalhador contou que encontrou uma caixa de papelão dentro de uma sacola de lixo.

Ao abrir a embalagem, viu o bebê ainda com o cordão umbilical e tentou verificar se havia sinais vitais, mas ele já estava morto.

Em seguida, acionou a polícia.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para os primeiros atendimentos e o início da investigação.

Até o momento, a autoria do abandono permanece desconhecida.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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