Investigada pela morte de três gatos é presa novamente em MT após romper tornozeleira pela 2ª vez

Investigada pela morte de três gatos é presa novamente em MT após romper tornozeleira pela 2ª vez

  • 07/07/2026 19:07
  • Redação

Larissa Karolina Silva Moreira, de 28 anos, presa nesta sexta-feira (13) por suspeita de maus-tratos Reprodução A estudante Larissa Karolina Silva Moreira, de 29 anos, investigada pela morte de três gatos, foi presa novamente nesta segunda-feira (6), em Cuiabá, por descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça.

Segundo a Polícia Civil, ela rompeu a tornozeleira eletrônica em duas ocasiões diferentes.

O g1 tenta localizar a defesa da estudante investigada.

O caso passou a ser investigado após denúncias de organizações não governamentais (ONGs) de proteção animal, que identificaram um padrão nas adoções feitas por Larissa e pelo namorado dela, William Angonese.

Na época, a voluntária da ONG Tampatinhas, Kelly Rondon, a estudante costumava adotar gatas com idade entre quatro e cinco meses.

O número de animais que podem ter sido vítimas ainda é desconhecido, mas pelo menos nove protetores denunciaram Larissa.

Após as denúncias, ela teria enviado mensagens de texto com ameaças como: "vocês vão me pagar bem caro".

o caso Gato adotado por casal foi encontrado morto com sinais de maus-tratos Polícia Civil Larissa foi presa em 13 de junho de 2025 e, em 27 de junho, teve a prisão preventiva substituída por medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

Em 23 de junho de 2025, Larissa e William foram indiciados pela Polícia Civil.

Conforme o inquérito, ela foi apontada como responsável pela morte dos animais.

Imagens analisadas pelos investigadores mostram Larissa saindo de casa com uma sacola que, segundo a polícia, continha um dos gatos mortos.

Ao todo, três gatos foram encontrados mortos e encaminhados para perícia.

A investigação também identificou, por meio de capturas de tela, que Larissa e William se passavam por interessados na adoção de animais.

Segundo a Polícia Civil, após serem adotados, os gatos eram maltratados e mortos com um objeto contundente.

Mesmo após a conclusão do inquérito, as investigações continuaram para apurar a suspeita de zoofilia.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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