'Japonês da Federal' é exonerado após 3 meses como secretário-adjunto da Prefeitura de Cuiabá

'Japonês da Federal' é exonerado após 3 meses como secretário-adjunto da Prefeitura de Cuiabá

  • 03/07/2026 09:26
  • Redação

Newton Hidenori Ishii, Japonês da Federal, assume cargo de secretário-adjunto em Cuiabá Três meses após ser nomeado secretário-adjunto da Prefeitura de Cuiabá, Newton Hidenori Ishii, conhecido como "Japonês da Federal", foi exonerado do cargo.

A decisão foi publicada na Gazeta Municipal dessa quarta-feira (1º).

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá informou que o ex-secretário está retornando ao Paraná, seu estado de origem para ficar mais próximo da família.

A prefeitura informou ainda que, até o momento, não há definição sobre quem assumirá o cargo.

Ishii ocupava um cargo comissionado de gestão, direção e assessoramento (GD-3) na Secretaria Municipal de Governo.

Em abril deste ano, ele já havia sido exonerado temporariamente por oito dias para participar do próprio casamento, que já estava marcado.

Como o cargo comissionado não prevê férias, o afastamento foi formalizado por meio de exoneração, seguida de uma nova nomeação.

Escolta na Lava Jato, espião na ditadura e prisão por contrabando: quem é o 'Japonês da Federal' que integra a prefeitura de Cuiabá Histórico de Newton Ishii Japonês da Federal vai ser monitorado por tornozeleira eletrônica A nomeação de Newton Hidenori Ishii, o "Japonês da Federal", como secretário-adjunto na prefeitura de Cuiabá, que ocorreu no dia 2 de março de 2026, trouxe à tona o debate se pessoas com antecedentes criminais poderiam exercer cargos públicos.

Isso porque, há 10 anos, Ishii foi preso por facilitar o contrabando na fronteira, no Paraná.

Antes disso, ele ficou famoso por escoltar políticos, empresários, doleiros e funcionários públicos durante o cumprimento das decisões judiciais na Operação Lava Jato.

Durante a coletiva que oficializou a nomeação de Ishii, o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) disse que foi apresentada uma certidão negativa de antecedentes criminais.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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