Stalker é preso por perseguir e monitorar adolescente e familiares por 4 anos em MT

Stalker é preso por perseguir e monitorar adolescente e familiares por 4 anos em MT

  • 03/06/2026 11:03
  • Redação

O suspeito compareceu espontaneamente à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças.

Ruan Gabriel Um homem de 31 anos foi preso em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, suspeito de perseguir uma jovem e familiares dela por cerca de quatro anos.

A prisão preventiva foi cumprida nesta segunda-feira (1º), durante a Operação Conduta Obsessiva, realizada pela Polícia Civil de Goiás e Mato Grosso.

Além da prisão, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão.

O caso é investigado pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic), que apura os crimes de perseguição e violência psicológica.

Segundo a polícia, a perseguição começou em 2021, quando a vítima ainda era adolescente.

Desde então, o suspeito teria enviado presentes sem autorização, mensagens frequentes, declarações amorosas não correspondidas e realizado diversas tentativas de aproximação.

Agora no g1 De acordo com as investigações, o homem também passou a procurar números de telefone, perfis em redes sociais e outras informações pessoais de familiares da jovem.

Com isso, teria intensificado os contatos por meio de mensagens, áudios, fotografias e envio de presentes.

A polícia apontou que o comportamento se repetiu ao longo de aproximadamente quatro anos.

As vítimas relataram sensação de insegurança, invasão de privacidade e medo diante da insistência do investigado.

Segundo a investigação, ele também responde a um processo criminal por tentativa de homicídio.

Na segunda-feira, o suspeito compareceu espontaneamente à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, acompanhado de um familiar, para prestar depoimento por videoconferência ao delegado responsável pelo caso em Goiás.

Após o interrogatório, ele foi informado sobre os mandados expedidos pela Justiça e teve a prisão preventiva cumprida.

O caso segue sob investigação.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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