Homem é preso por manter rinha de galos em MT; 14 animais com ferimentos são resgatados

Homem é preso por manter rinha de galos em MT; 14 animais com ferimentos são resgatados

  • 26/02/2026 17:43
  • Redação

14 galos e diversos materiais foram apreendidos em local usado para rinha em MT Um homem foi preso nesta quinta-feira (25) responsável por manter um local que seria usado para rinha de galos em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

Ao todo, 14 galos e diversos materiais foram apreendidos.

A operação foi realizada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), após denúncia sobre a existência da prática ilegal em uma propriedade na região da Estrada do Engordador.

No endereço, policiais e agentes ambientais encontraram uma cocheira com galos, galinhas e pintinhos.

O morador se apresentou como dono dos animais e do imóvel.

Durante a fiscalização, alguns galos apresentavam lesões aparentes, como cristas e esporas cortadas, além de ferimentos compatíveis com brigas.

Também foram apreendidos objetos usados em rinhas, como arena de combate, equipamentos de ventilação, seringas, vitaminas, chocadeira com ovos, biqueiras e esporas artificiais.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica foi acionada e realizou os procedimentos no local.

A estrutura da arena não foi retirada por dificuldade de transporte.

O suspeito foi levado à delegacia e o caso será investigado como crime ambiental por maus-tratos a animais.

Segundo as autoridades, a prática de rinha é crime e configura violação às normas de proteção animal.

Durante a fiscalização, alguns galos apresentavam lesões aparentes, como cristas e esporas cortadas, além de ferimentos compatíveis com brigas.

Reprodução O que diz a lei O artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) estabelece como crime submeter e praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso o uso de galos em rinhas também é considerado crime de crueldade e pode gerar sanções penais e administrativas.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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