Cuiabá passa a oferecer chip anticoncepcional gratuito pelo SUS

Cuiabá passa a oferecer chip anticoncepcional gratuito pelo SUS

  • 02/02/2026 09:10
  • Redação

Implanon começou a ser ofertado nas unidades que contam com profissionais habilitados para a inserção do dispositivo Emanoele Daiane Mulheres de Cuiabá vão poder colocar gratuitamente o “chip anticoncepcional” pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir desta segunda-feira (2), em 70 unidades de saúde da família da capital.

O implante contraceptivo subdérmico de etonogestrel, método de longa duração e alta eficácia, começou a ser disponibilizado após a capacitação de médicos da atenção básica pela rede municipal de saúde.

Segundo a prefeitura, o procedimento começou a ser ofertado nas unidades que contam com profissionais habilitados para a inserção do dispositivo, conhecido como Implanon.

O método é considerado seguro, tem duração de até três anos e pode ser utilizado por mulheres de todas as idades, incluindo aquelas que estão amamentando ou que não podem usar anticoncepcionais com estrogênio.

A prefeitura informou que 22 médicos da Atenção Primária à Saúde passaram por capacitação teórica e prática entre os dias 20 e 22 de janeiro, em parceria com a empresa responsável pelo treinamento.

Os profissionais foram preparados para realizar a inserção de forma padronizada, seguindo protocolos clínicos e de segurança.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), os médicos estão distribuídos em unidades das regiões Oeste, Leste, Norte, Sul e da zona rural.

O atendimento ocorre mediante agendamento, conforme avaliação clínica e critérios definidos pela rede.

Antes da inserção do implante, as pacientes passam por exames, incluindo o teste de gravidez (Beta-hCG), para garantir que não haja gestação em curso.

O fluxo de solicitação, controle e reposição dos insumos também foi organizado para assegurar a continuidade do serviço.

Segundo o município, a iniciativa amplia as opções de planejamento reprodutivo oferecidas pelo SUS e fortalece a atenção básica.

A meta é capacitar mais profissionais ao longo de 2026 e estender o serviço para unidades hospitalares materno-infantis e especializadas.

As mulheres interessadas devem procurar a unidade de saúde da família mais próxima de casa para iniciar a avaliação e receber orientações sobre o método.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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