Cuiabá tem aumento no preço do aluguel, mas valor segue abaixo da média nacional; veja ranking

Cuiabá tem aumento no preço do aluguel, mas valor segue abaixo da média nacional; veja ranking

  • 15/01/2026 13:45
  • Redação

Cuiabá é a 15ª capital mais barata para morar de aluguel no Brasil, segundo dados do Índice FipeZAP referentes a dezembro de 2025, divulgados nesta quinta-feira (15).

O levantamento mostrou que, para morar na capital mato-grossense, é necessário desembolsar, em média, R$ 46,31 por m² ao mês.

A pesquisa aponta ainda que, no ano anterior, o valor médio era de R$ 39,83 por m², o que representa um aumento de 14,61%.

No entanto, mesmo com o aumento, o aluguel em Cuiabá permanece mais barato do que a média nacional, que é de R$ 50,98 por m².

A cidade mais cara do país para se viver de aluguel é Barueri, onde o custo médio mensal chega a R$ 70,35 por m².

A cidade ocupa o topo do ranking desde 2022.

LEIA TAMBÉM CASA PRÓPRIA: Preço de imóveis dispara 6,52% em 2025 MINHA CASA, MINHA VIDA: compra de usados dispara e preocupa setor de construção INFLAÇÃO x VIDA REAL: por que os preços do dia a dia podem subir muito mais do que o IPCA Média nacional subiu mais que o dobro da inflação em 2025 Os novos contratos de aluguéis residenciais ficaram, em média, 9,44% mais caros em 2025, segundo o Índice FipeZAP.

O resultado ficou 4,06 pontos percentuais (p.p.) abaixo do registrado em 2024, quando o avanço foi de 13,50%.

Ainda assim, o aumento anual foi mais que o dobro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, que avançou 4,26% no ano.

Com isso, a alta real dos novos aluguéis (descontada a inflação) foi de 4,97%.

Paula Reis, do Grupo OLX, explica que o aumento acima da inflação está relacionado ao desempenho da economia brasileira — em especial ao mercado de trabalho, que segue forte. "A depreciação do valor real dos aluguéis, que ocorreu durante a pandemia, já foi compensada.

Contudo, a vitalidade da economia e, em particular, o mercado de trabalho, mantiveram o poder aquisitivo da população, viabilizando a continuidade de reajustes superiores à inflação", diz.

Segundo a economista, o cenário de reajustes de aluguéis acima da inflação deve se manter no primeiro semestre de 2026, mas em um ritmo cada vez menor.

Ela explica que o setor continuará aquecido, principalmente, por dois fatores: Veja na arte abaixo: Avanço no preço do aluguel residencial em 2025 Arte/g1 Câmara de Cuiabá aprova texto final do projeto que cria o auxílio aluguel para mulheres ví Cuiabá Plaenge

  • Fonte: G1 Mato Grosso
Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para nossa equipe pelo E-mail contato@nortaonoticias.com.br.

Compartilhar: