‘Chefe do estelionato’: jovem é preso em MT suspeito de aplicar golpes de mais de R$ 100 mil em GO

‘Chefe do estelionato’: jovem é preso em MT suspeito de aplicar golpes de mais de R$ 100 mil em GO

  • 07/01/2026 11:55
  • Redação

Policiais na delegacia antes de prenderem o chefe do esquema criminoso Polícia Civil de Mato Grosso Um homem de 21 anos suspeito de chefiar um esquema de estelionato foi preso em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, durante a Operação “Falso Intermediário”, cumprida nesta quarta-feira (7) pela Polícia Civil.

A operação cumpriu 10 mandados judiciais, sendo nove de busca e apreensão e um de prisão, e teve como alvo fraudes em negociações comerciais que teriam causado prejuízo estimado de R$ 100 mil a vítimas em Catalão (GO).

Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares que agora devem passar por perícia técnica para auxiliar na investigação e identificar outros envolvidos no esquema.

Até a última atualização desta reportagem, quatro alvos da operação estavam foragidos.

O investigado preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Agora, ele passa a ser investigado pelos crimes de estelionato e fraude.

Golpes online O delegado Pablo Carneiro comentou o caso e disse os desdobramentos da operação Há oito meses, 18 pessoas foram presas por suspeita de aplicarem mais de R$ 55 milhões em golpes online, nos estados de Mato Grosso e Goiás.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo era investigado por estelionato eletrônico, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de bens dos investigados e a quebra de sigilos bancários.

Os alvos foram identificados após investigação que apontou a atuação do grupo em golpes virtuais aplicados em várias regiões do país.

O esquema Segundo a Polícia Civil de Goiás, a investigação começou após uma vítima transferir R$ 190 mil pela compra de um imóvel anunciado em uma plataforma online.

O dinheiro foi enviado a uma conta indicada por um falso intermediário, que simulava negociar entre comprador e vendedor.

O valor foi dividido e transferido para outras contas, dificultando o rastreamento.

O esquema fraudulento envolvia o uso de diversas contas bancárias, cadastros falsos e aparelhos eletrônicos para encobrir as operações, conforme o boletim de ocorrência.

  • Fonte: G1 Mato Grosso
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