Acusado de estuprar e matar criança é assassinado a tiros após deixar prisão em MT; vÃdeo
- 10/12/2025 12:24
- Redação
João Ferreira da Silva, de 46 anos, foi morto a tiros após deixar a prisão em Sinop (MT)
Menos de 24 horas após deixar a Penitenciária Osvaldo Ferreira Leite, em Sinop, a 503 km de Cuiabá, o pedreiro João Ferreira da Silva, de 46 anos, acusado de estuprar e matar Bruno Aparecido dos Santos, de 9 anos, em 2005, foi morto a tiros na manhã desta quarta-feira (10). Ele havia sido liberado por meio de um alvará de soltura expedido pela Justiça.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens se aproximam de João em frente a uma pousada. Na gravação, um deles empurra o pedreiro e dispara várias vezes, enquanto o outro o acompanha e dá cobertura. A vÃtima cai na calçada, e os suspeitos fogem do local logo depois (assista acima).
Equipes da PolÃcia Militar, PolÃcia Civil e da PerÃcia Oficial e Identificação Técnica (Politec) atenderam a ocorrência e isolaram a área. A Delegacia de HomicÃdios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Sinop informou que conduz a investigação para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime, além de apurar se o assassinato tem ligação com a recente saÃda de João da prisão.
João Ferreira da Silva, de 46 anos, foi morto a tiros
Reprodução
Relembre o caso Bruno
João Ferreira da Silva
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João Ferreira foi condenado à prisão pela morte de Bruno Aparecido dos Santos, de 9 anos. O crime foi registrado em 28 de outubro de 2005. Segundo as investigações da época, João teria atraÃdo Bruno para uma casa em construção.
Em depoimentos, ele confessou ter agredido, violentado e matado o menino, além de enterrar o corpo perto do local. A famÃlia comunicou o desaparecimento logo após perceber que a criança não havia retornado para casa, mobilizando buscas por diversos pontos da cidade.
Dez dias depois, João foi preso após tentar atacar outra criança. Durante buscas na obra onde trabalhava, policiais encontraram indÃcios que o ligavam ao desaparecimento de Bruno, entre eles bolinhas de gude que pertenciam ao menino. O pedreiro admitiu o crime e indicou onde o corpo havia sido enterrado.
As provas reunidas incluÃram laudo de necropsia, mapa de lesões, análise da cena do crime e confirmação da ocultação do cadáver. Apesar da confissão inicial, João declarou posteriormente, em juÃzo, que “não se recordava se foi ou não o autor dos fatosâ€.