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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 19 de Janeiro de 2017
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Política
     
19 de Janeiro, 2017 - 15:16
Emanuel nega nepotismo cruzado: "Isso é um problema do presidente da Câmara"

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), rebateu as críticas de um possível nepotismo cruzado o ato de noemação da sua cunhada Bárbara Helena de Noronha Pinheiro para o cargo de secretária de Gestão de Pessoas do Legislativo. Segundo o prefeito, a nomeação "é um problema do presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Justino Malheiros (PV)".

"Foi um convite dele. Ela é formada em gestão pública, é muito competente, preparada e é uma escolha pessoal dele. Eu não tenho nada a ver com isso", disse Pinheiro nesta quinta-feira (19).

Em relação a manutenção de Júlio Cesar Malheiros, irmão de Justino Malheiros, como secretário-adjunto de Infraestrutura, na pasta de Obras Públicas da capital, Pinheiro disse que a decisão foi técnica e política.

"O irmão do presidente da Câmara já estava no cargo há três anos e meio e só foi mantido. Primeiro pela capacidade dele, segundo por ser filho do meu irmão João Malheiros (ex-deputado) e terceiro por ser imão de Justino Malheiros. Então eles tem todas as qualidades políticas e técnicas que o credencia para o cargo", afirmou o prefeito.

Bárbara Pinheiro, que deve receber um salário de quase R$ 12 mil, esteve no epicentro de um escândalo eleitoral do ano passado, revelado pelo candidato derrotado nas urnas, Wilson Santos (PSDB). Bárbara teria procurado o tucano para pedir que ele não trouxesse a público um suposto esquema de corrupção com incentivos fiscais concedidos à Caramuru Alimentos S.A.

A empresa teria recebido R$ 400 milhões em benefícios fiscais, “ad referendum”, sem passar anteriormente pela avaliação do Conselho de Desenvolvimento Econômico, o Cedem, que era presidido à época pelo então secretário de Indústria, Comércio e Mineração, Allan Zanata, indicado ao cargo por Emanuel Pinheiro e pelo senador Wellington Fagundes (PR), na época deputado federal.

Mesmo tendo pautado a disputa eleitoral no segundo turno, a denúncia de Wilson “caiu no esquecimento” após o pleito. Emanuel, Bárbara e a irmã dela, Fabiola Cassia Noronha Sampaio, sempre negaram as acusações.  

Nepostimo cruzado

Quando um gestor indica um parente de outro gestor em troca que do outro nomear um parente seu. 


Fonte: hiper noticias
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Política
     
19 de Janeiro, 2017 - 15:10
PSB defende Mauro Mendes ao Senado em aliança com Taques

Presidente do diretório estadual do PSB, o deputado federal Fábio Garcia avalia que o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, pode firmar uma aliança com o governador Pedro Taques (PSDB) e concorrer ao Senado nas eleições de 2018.

“O prefeito Mauro Mendes é um dos grandes nomes da política mato-grossense. Fez um ótimo trabalho à frente de Cuiabá encerrando o mandato com aprovação de 80% e a política deve aproveitá-lo. Está sem dúvida alguma capacitado para concorrer a um cargo majoritário”, disse.

De acordo com o parlamentar, a discussão a respeito de uma aliança do PSB com o PSDB visando as eleições de 2018 deverá ser feita mais a frente com o grupo político da situação.

“Vamos discutir junto com o grupo do governador Pedro Taques e acredito muito numa chapa Pedro e Mauro”, reforçou.

Nos bastidores, o ex-prefeito Mauro Mendes é considerado até mesmo uma opção para concorrer ao governo do Estado. Entretanto, os entusiastas deste projeto avaliam que depende muito da avaliação do mandato do governador Pedro Taques nas proximidades da eleição.

Apesar disso, o deputado Fábio Garcia prega lealdade ao PSDB e considera a reeleição como um fator natural. “A prioridade da candidatura ao governo do Estado é daquele que está no mandato e nós respeitamos o governador Pedro Taques pelas medidas eficientes de reestruturação do Estado no âmbito financeiro”, ressaltou.

Em 2018, vence o mandato do senador licenciado e atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), e do senador José Medeiros (PSD), que herdou o mandato de Pedro Taques a partir de fevereiro de 2015, logo após o tucano renunciar ao cargo para assumir o governo do Estado em 1º de janeiro daquele ano.

Ambos são cotados para concorrer ao Senado. Outro nome cortejado pelos partidos políticos é a juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma Arruda. No entanto, a magistrada precisaria se desligar do cargo para assinar ficha de filiação a algum partido.


Fonte: Gazeta Digital
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Política
     
19 de Janeiro, 2017 - 13:54
Juiz aponta que Maggi tinha 'conhecimento e controle' sobre Éder

Na decisão que afastou o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, o juiz da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular do Tribunal de Justiça (TJ-MT), Luís Aparecido Bertolussi Júnior, relatou em seu despacho que o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, e o ex-secretário da Secretária Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), Eder de Moraes, possuíam relações e interesses políticos bem próximos. O magistrado comenta que que, segundo o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, “Blairo Maggi tinha conhecimento e controle sobre Eder”.

No despacho, o magistrado afirma que Mendonça possuía “convicção” sobre a proximidade entre o ministro do Mapa e o ex-secretário da Secopa, uma vez que Eder afirmava ter “cheque em branco” do governador. Os fatos apurados pela Justiça tiveram início em 2009, durante a segunda passagem de Maggi pelo Palácio Paiguás, sede do poder executivo mato-grossense.

O magistrado afirma que Júnior Mendonça, em depoimento ao Ministério Público Estadual (MPE), declarou que o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), José Geraldo Riva, e o conselheiro afastado do TCE-MT, Sérgio Ricardo, haviam tomado R$ 2 milhões em empréstimos com ele, cada um. Mendonça também é empresário do ramo da “factoring” – modalidade de negócios que, entre outras atividades, abrange a troca de duplicatas, promissórias ou cheques pré-datados por dinheiro à vista.

José Riva era aliado político de Sérgio Ricardo e ordenou pagamentos para concretizar a negociação pela vaga no TCE-MT – que de acordo com o MPE-MT, pode ter “custado” até R$ 12 milhões. Como parlamentar da AL-MT, Riva nunca escondeu a preferência pelo conselheiro afastado do Tribunal de Contas, tendo atuado, inclusive, no sentido de “forçar” a aposentadoria de Alencar Soares – membro da instituição que teria “vendido” seu posto na instituição que julga os gastos do poder público em Mato Grosso.

O juiz relata ainda que Eder de Moraes também cobiçava uma vaga no TCE-MT e, para tanto, possuía o consentimento de Maggi. “O que se observa da suposta trama levada a feito entre os acusados é que a cadeira de Alencar Soares estava prometida e negociada com Sérgio Ricardo, mas Eder Moraes a cobiçava e, com a aquiescência do governador Blairo Maggi, passou a fazer gestões para conquista-la”, afirma.

Em depoimento ao MPE, Eder revelou que o plano era postergar a aposentadoria de Alencar Soares “a fim de permitir a abertura e provimento de duas vagas ao mesmo tempo, o que facilitaria os desígnios dos grupos políticos apoiadores no Legislativo e Executivo”. Além de Éder, Maggi, Riva, Júnior Mendonça e Sérgio Ricardo, são réus na ação o ex-governador Silval Barbosa, ex-conselheiro Humberto Bosaipo e Leandro Soares. Todos tiveram contas bloqueadas em até R$ 4 milhões.


Fonte: folha max
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Política
     
19 de Janeiro, 2017 - 10:54
Deputado defende contas e quer comparar Taques e Silval em MT

O líder do Governo na Assembleia Legislativa do Estado (AL-MT), deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM), garantiu que não há argumentos que reprovem as contas anuais do Governo de 2015. O item ainda aguarda votação dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Estado (AL-MT) para que possa ser aprovado no Estado.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) havia emitido parecer favorável às contas de Taques em junho passado. A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária da AL-MT também aprovou as contas do governador.

Agora cabe ao plenário da Assembleia Legislativa dar a palavra final sobre os gastos do primeiro ano da gestão Taques. Apesar de as contas terem sido aprovadas pelo TCE, foram apontadas 10 irregularidades, sendo nove de natureza grave e uma gravíssima, sobre o estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Depois de não ser votado no fim do ano passado, o item foi adiado para sessões da AL-MT em janeiro deste ano. As contas foram colocadas em pauta na semana passada, porém, a votação foi suspendida após a líder da oposição, a deputada estadual Janaína Riva, ter pedido vistas no processo.

Dilmar Dal’Bosco negou que hajam argumentos que possam reprovar as contas do primeiro ano de gestão do governador Pedro Taques. “De maneira nenhuma há argumento para reprovar as contas do Governo. É questão de interpretação. O Tribunal de Contas fez orientações, até porque estamos com dificuldades não só no Governo Federal, mas também nos estados, como Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Todos estão se atentando à Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse na manhã desta quarta-feira (18), em entrevista à rádio Capital FM.

O líder do Governo ainda mencionou o impacto trazido pela crise econômica às contas do Estado referentes ao ano passado. “Nós sabemos das grandes dificuldades, tanto é que o Governo, no início, propôs não ter a RGA, até porque não estamos em condições financeiras. Mas o Governo cumpriu o que o Tribunal de Contas tinha pedido. Foram feitos apontamentos do TCE, no início do ano, falando que o Governo tinha que enquadrar o Teto de Gastos na Lei de Responsabilidade, até o fechamento do último quadrimestre do ano. O Governo cumpriu isso”, contou.

Ele também comentou sobre as dificuldades financeiras encontradas na primeira gestão do governador Pedro Taques. "Passamos por uma grande crise financeira no Estado, em 2015 e 2016, e o próprio Governo sentou com os deputados da situação e oposição, abriu o caixa, mostrou as contas do Governo e falou da grande dificuldade de cumprir com as emendas parlamentares”.

O parlamentar explicou como o Estado foi afetado, na prática, pela falta de recursos. “Emendas destinadas ao interior do Estado, muitas vezes para construções de quadras poliesportivas, PSFs ou academias, são obras importantes. Mas temos que ver se é mais relevante para o Estado, realizar essas obras ou pagar os servidores em dia e realizar os repasses da saúde”, relatou.

RESPOSTA A OPOSIÇÃO

O democrata criticou a atual oposição ao governo, liderada pela deputada estadual Janaína Riva (PMDB). “Em alguns momentos questionaram sobre a educação, no episódio que aconteceu com o Permínio. Mas é importante dizer que, no governo anterior, sequer uma sala de aula foi construída. Então, é lamentável querer fazer comparações que estão em evidência. O Estado está fazendo avanços pela educação e pela saúde”, relatou numa referência a "Operação Rêmora", deflagrada pelo Gaeco eque investiga fraudes na secretaria de Educação.

Para o líder do Governo, a oposição deve fazer um comparativo antes de tecer comentários sobre a gestão de Taques. “Deve ser feita uma comparação da crise que está passando todo o País e de como era o Governo anterior no Estado, deixando todas as obras da Copa inacabadas, com dívidas e desvios milionários”, declarou.

Dal’Bosco ainda comentou sobre o fato de ter sido oposição durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Ele afirmou que adotava um posicionamento crítico, porém com sugestões de melhorias. “Acho que quando há a crítica com solução, existe um encaminhamento para que possamos resolver a questão”.


Fonte: folha max
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Política
     
19 de Janeiro, 2017 - 09:27
Vice-governador propõe construção de pauta positiva para setor de transporte

O vice-governador de Mato Grosso, Carlos Fávaro, recebeu, na tarde de quarta-feira (18.01), representantes do setor de transporte do Estado que passam por problemas na viabilidade da atividade. A reunião foi marcada com o compromisso da liberação das rodovias estaduais que estavam ocupadas por caminhoneiros desde a última sexta-feira (13.01). O vice-governador marcará uma reunião na próxima semana para construção de uma pauta positiva junto ao setor de transporte.

O principal questionamento é o valor do frete no estado. O setor reivindica um piso mínimo para o frete, e também se queixa da falta de fiscalização por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o que acaba inviabilizando uns dos setores que mais gera empregos diretos e indiretos em Mato Grosso. A situação vivenciada pelo setor tem gerado a falência de muitas empresas e também a diminuição de caminhões por caminhoneiros autônomos.

Após ouvir todas as demandas dos representantes do setor presentes no encontro, Carlos Fávaro  sugeriu e se comprometeu em marcar uma reunião na próxima semana com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), secretários da área econômica do Governo de Mato Grosso, deputados estaduais e setores envolvidos na discussão da reforma tributária, os produtores de soja, milho, algodão, e a Federação da Agricultura e Pecuária (Famato).

O objetivo é apresentar os problemas vivenciados pelo setor de transporte, em busca do entendimento de que todos precisam estar alinhados, para não causar danos em um futuro próximo.

"Nós temos a sensibilidade de compreender que nós precisamos achar uma solução. A principal pauta seria um tabelamento de frete, que é uma inconstitucionalidade, segundo a Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda). Devemos achar outras alternativas. Com isso, nós já fizemos o compromisso dessa reunião que discutirá uma pauta positiva para que possamos superar esse momento difícil que vive o transporte mato-grossense e brasileiro", pontua Fávaro.

Na avaliação do representante do Movimento de Transporte de Grãos, Miguel Mendes, a reunião foi positiva e, ao fim do encontro, as rodovias dos municípios de Diamantino e Matupá, que ainda estavam bloqueadas, foram liberadas. "Tendo em vista que já saímos daqui com uma pauta definida com a Abiove, que detém em torno de 70% da comercialização do processamento dos grãos produzidos no Brasil. Então, essa reunião será fundamental, porque essa entidade representa todas as trading. A assinatura dessa entidade nos dá a garantia de em qualquer lugar do país o transportador vai ter uma remuneração. Nós precisamos desse canal".

A principal pauta do setor é federal, que é a criação da tabela mínima do frete, e depende do Projeto de Lei 528, que tramita na Câmara Federal. A matéria prevê a criação da Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, a qual deve estabelecer um custo mínimo para o frete. "Enquanto não existe essa lei, nós precisamos trabalhar pautas emergenciais aqui no estado", explica Fávaro.

A pauta será discutida e articulada pelo senador José Medeiros, no Congresso Nacional, e também no Governo Federal para a criação dessa legislação que contemple o setor. Ele se reúne com o presidente Michel Temer, nesta quinta-feira (19.01), às 15 horas, no Palácio do Planalto.

O vice-governador destacou a postura do senador José Medeiros, por ter se sensibilizado, na manhã de quarta-feira (18.01), com o problema deste setor, intervindo na liberação das rodovias. Fávaro também agradeceu aos representantes dos caminhoneiros pela confiança para que, juntos, fizessem uma agenda positiva. O deputado estadual Dilmar Dal“Bosco, também presente na reunião, sugeriu a criação de um Grupo de Trabalho para debater a pauta na Assembleia Legislativa (ALMT).

Também participaram da reunião o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Rondonópolis e Região (SETCARR), Associação dos Transportadores de Cargas de Mato Grosso (ATC), e Movimento dos Transportadores de Grãos (MTG).

Preço do frete

A definição é feita por meio de acompanhamento dos preços de frete praticados em Mato Grosso, coletado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (Imea), por meio de acompanhamento de fretes em sites específicos, junto aos frigoríficos, empresas transportadoras de óleo vegetal e algodão, entre outros. Por fim, definem-se preços médios de frete para diferentes tipos de cargas e por faixa de quilometragem.

A formação dos preços de pauta do frete é feita pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para fins de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Não cabe ao Fisco estabelecer preço mínimo, com o objetivo de ser utilizado para pagamento de frete. A Secretaria não estabelece o preço do frete, ela busca o preço no mercado, por quilômetro rodado e por produto e, com esses dados, estabelece, o valor sobre o qual incidirá o ICMS.


Da Assessoria


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SUPOSTA EXTORSÃO:
     
18 de Janeiro, 2017 - 17:21
Sob escolta, ex-governador depõe e diz ter sido pressionado por jornalista

O ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), que está preso desde setembro de 2015, deixou a prisão nesta quarta-feira (18), sob escolta, para prestar depoimento à Sétima Vara Criminal de Cuiabá em um processo que investiga suposta extorsão cometida por seis jornalistas contra Silval e outras vítimas, entre eles o ex-secretário de Comércio, Minas e Energia e da Casa Civil, Pedro Nadaf, entre maio e junho de 2014.

No entanto, Silval foi chamado a depor como testemunha de defesa de Milas. O ex-governador declarou em depoimento não ter sofrido extorsão por parte do grupo de comunicação, mas que foi pressionado pelo jornalista Antônio Carlos Milas de Oliveira, apontado pelo Ministério Público Estadual (MPE) como o líder do esquema. Disse ter sido procurado por Antônio diversas vezes.

Segundo ele, o jornalista teria pedido R$ 100 mil para não prejudicar o governo estadual em reportagens divulgadas no veículo de comunicação. "Não sofri extorsão direta, mas fui pressionado. Me lembro que ele cobrou uma conta dizendo que tinha uma cobrança com o governo. Na abordagem, ele dizia que era sobre serviços prestados ao governo", relatou.

No depoimento, o peemedebista disse que desconhecia a dívida citada pelo jornalista. "Eu passava essas demandas para a Casa civil. Se realmente tivesse que pagar, que pagasse. Ele [jornalista] não saía da sala de espera [do Paiaguás]. Pedi que Pedro [Nadaf] resolvesse isso. Queria tirá-lo da sala de espera", afirmou Silval.

De acordo com o ex-governador, Nadaf deu um retorno a ele dizendo que “tinha resolvido“ a situação com o jornalista. Silval diz não saber como Nadaf fez o suposto pagamento e que soube por terceiros que a negociação teria sido feita com cheques.

Conforme o MPE, seis testemunhas já foram ouvidas até o momento. Todas relataram saber que o grupo Milas era conhecido por extorquir pessoas envolvendo o veículo de comunicação. "Ele [o jornalista] não me extorquiu, mas me pressionou. Pode ter ameaçado secretários", pontuou Silval, que está preso no Centro de Custódia de Cuiabá.

Além do ex-governador, outras duas vítimas do grupo de comunicação prestaram depoimento nesta quarta-feira. Ambas disseram que foram procuradas por Antônio Milas e que ele pedia dinheiro à elas para não publicar matérias que poderiam prejudicá-las.

Além de Antônio Milas, outros cinco jornalistas respondem a esse processo, sendo que dois deles são filhos dele.

O MPE ainda acusa os jornalistas de agirem há vários anos. Os valores pagos pelas vítimas variavam conforme a capacidade econômica de cada uma vítima. Conforme a acusação do MP, eles faziam pesquisa no sistema ISS.NET-On Line da prefeitura de Cuiabá, usando as credenciais de um servidor municipal, para depois usar esses dados para a extorsão.

Pagamento com “caixa 2

Pedro Nadaf também foi ouvido na condição de vítima e disse ter sido vítima de extorsão por parte de Antônio Milas. "No ano de 2014 o governador Silval Barbosa pediu que eu fizesse um pagamento a Antônio. Utilizei R$ 100 mil de cheques de factorings e entreguei para Maycon, filho de Antônio Milas", afirmou.


O ex-secretário declarou que foi procurado novamente pelo jornalista, mesmo após o pagamento. "Ele [Antônio] me mostrou um documento. Uma cópia de um alvará. Ele disse que essa empresa prestava serviços ao governo e dizia que essa empresa pagou propina ao governo. Eu senti que ele queria me extorquir. Ele disse que ia publicar que a empresa que prestava serviços ao governo era uma empresa laranja", disse.


O ex-secretário relatou que pagamentos considerados “não institucionais“ eram feitos de outra forma no governo de Silval. "Os serviços políticos eram pagos com dinheiro de um caixa 2", pontuou.


Prisões

Antônio e os filhos dele, Maykon Feitosa Milas e Max Feitosa Milas, foram presos em março do ano passado, na Operação Liberdade de Extorsão, da Polícia Civil, sob acusação de extorsão e soltos em maio, com tornozeleiras eletrônicas.

Fonte: G1MT
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Política
     
18 de Janeiro, 2017 - 17:13
Nadaf confessa pagamento de extorsão com dinheiro desviado de desapropriação

O ex-secretário da Casa Civil de Mato Grosso na gestão Silval Barbosa, Pedro Nadaf, também foi arrolado para depor como uma das vítimas da extorsão empregada pelo Grupo Milas de Comunicação, comandada pelo jornalista Antônio Carlos Milas e seus filhos Max e Maicon Feitosa Milas.

À juíza, Nadaf confirmou que pagou R$ 200 mil e esse valor foi retirado da quantia desviada com a desaproprição de uma área no bairro Jardim Liberdade, em Cuiabá. A venda desse terreno gerou a última fase da Operação Sodoma.

Segundo Nadaf, que preferiu prestar esclarecimentos sem a presença dos réus, o valor da extorsão foi dividido em uma entrada de R$100 mil em dinheiro e o restante em três cheques.

Para o ex-secretário, Antônio Carlos Milas descobriu dos desvios da desapropriacão após receber cheques de empresas que pagavam propina ao Estado.

Conforme Nadaf, o procurador aposentado Francisco de Andrade Lima, o Chico Lima, intermediou o repasse dos valores, assim como o empresário Filinto Muller que também teve que pagar R$ 300 mil para Milas, que o estava pressionando.

Questionado sobre de quem partiu a ordem do pagamento, Nadaf disse que os R$ 200 mil repassados seria pago a pedido do ex-governador. "O Silval disse que devia dinheiro ao jornalista por serviço de publicidade prestado", comentou Nadaf.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
18 de Janeiro, 2017 - 17:10
Deputados defendem expulsão dos corruptos para reconstrução do PT

Apesar de pertencerem ao campo majoritário do PT, representado pela corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), os  deputados  Valdir Barranco e  Allan Kardec, que formam a bancada petista na Assembleia,  se declaram favorável à criação de uma comissão especial de investigação  para apurar denúncias de enriquecimento pessoal de militantes envolvidos em casos de corrupção, o que inclui o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

A proposta faz parte do texto “Luta Contra a Corrupção”, de autoria do dirigente Valter Pomar, uma das que vão embasar os debates do 6º Congresso Nacional da sigla marcado para abril.


Ao RDNews, Barranco declarou apoio à proposta de promover a investigação dos militantes pelas instâncias partidárias. “Penso que o Pomar está correto. A proposta não foge do que sempre defendi. O PT sempre prezou a honestidade no trato com a coisa pública, mas  alguns se desviaram desse caminho, que  precisamos retomar. Precisamos  voltar a ser o partido da ética”, pontuou.


“Sou favorável à investigação, o que não significa  caça às bruxas. Defendo a apuração de toda suspeita de enriquecimento ilícito dos petistas que ocupam  cargos eletivos e de comando partidário. O PT  tem obrigação de expulsar os corruptos, fazer mea culpa e caminhar corretamente. Essa é a única forma de promover a reconstrução partidária", declarou Kardec em entrevista. 


O Congresso Nacional é a tentativa do PT de se reconstruir depois da devastação provocada pela Operação Lava Jato, o impeachment de Dilma Rousseff e a derrota histórica nas eleições municipais de 2016. As teses preliminares, ainda sujeitas a alterações, revelam  a intenção de uma guinada radical tanto no campo ético quanto do ponto de vista político, programático e de organização interna do partido.

Tribunal de honra


O tema que mais tem gerado discussões é o combate à corrupção. Pela proposta de Pomar, apoiada por Barranco e Kardec, a comissão especial de investigação seria um  “Tribunal de Honra” formado por personalidades da esquerda, no qual nomes como José Dirceu,  Antonio Palocci e o próprio Lula seriam julgados internamente.  A proposta, no entanto, já enfrenta resistências internas da própria CNB. Militantes afirmam que o  6º Congresso do PT não é um tribunal, nem será a ocasião para um ajuste de contas  entre tendências.


Fonte: RDNews
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COMENTÁRIOS
  Nome: paulo sérgio da silva
  E-mail: paulohist@hotmail.com
  Publicado às: 18/01/2017 - 19:13:14
  Cidade: sinop

Esse é o PT que muita gente conhece, que tem orgulho e que tem compromisso social com a população, tem mesmo que fazer uma limpeza, retirar os corruptos para que o partido volte a ter credibilidade, partido de povos honestos comprometido com a coisa pública..............correto. apoiado deputados......................
Política
     
18 de Janeiro, 2017 - 15:06
Oscar e Marrafon anunciam investimento de R$ 16 milhões

Quatro municípios do Noroeste do Estado devem receber investimento na ordem de R$ 16,1 milhões no setor da educação ainda neste ano. O anúncio foi feito pelo deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) e o secretário de Estado de Educação, Esporte e Laser, Marco Aurélio Marrafon, que visitou a região nesta semana.

De acordo com Oscar, o recurso será destinado à construção e ampliação de escolas situadas em Juara, Porto dos Gaúchos, Tabaporã e Novo Horizonte do Norte. "Estamos trabalhando em parceria com o governador Pedro Taques para viabilizar esse recurso, mesmo diante da crise econômica que o país enfrenta. Nossa expectativa é que ainda este ano todas as obras sejam, ao menos, iniciadas", explica o deputado.

A maior parte do investimento, cerca de R$ 12 milhões, será destinada a Juara, onde uma escola modelo será construída. O projeto prevê uma edificação de até 10 mil metros quadrados e a implantação de um modelo de ensino e gestão em que toda a comunidade seja envolvida.

Segundo Oscar, uma das alternativas avaliadas é de que a escola modelo funcione onde hoje fica a Escola Estadual Oscar Soares. Para isso, no entanto, será necessário ampliar a área construída, com a possível desapropriação de imóveis localizados no entorno da unidade.

"Não queremos que a nova escola fique escondida. Queremos ela no centro da cidade, por isso, ampliar a Oscar Soares é uma das alternativas. Mas isso vai demandar a desapropriação de alguns terrenos nas proximidades da escola. Precisamos saber se a comunidade quer isso. Precisamos ouvir as pessoas antes de decidir onde construir", pontua o parlamentar.

O restante do montante a ser investido, de acordo com a previsão do secretário Marrafon, será destinado da seguinte forma: cerca de R$ 3 milhões para a construção de um pavilhão com novas salas e uma quadra coberta na Escola José Alves Bezerra, de Porto dos Gaúchos; e R$ 750 mil e R$ 350 mil, respectivamente, para a construção de quadras poliesportivas em escolas de Tabaporã e Novo Horizonte do Norte.  


Da Assessoria


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Política
     
18 de Janeiro, 2017 - 13:55
Sindicato se revolta com entrevista e revela "ficha corrida" de deputado em MT

O Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde e do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sisma-MT), divulgou um texto criticando uma declaração do deputado estadual Adalto de Freitas Filho, o Daltinho (Solidariedade). Em entrevista a TV Record (canal 10) na última quarta-feira, o membro da Assembleia Legislativa afirmou que o servidor público que estiver descontente “deve procurar a iniciativa privada”.

O texto do Sisma, que rebate a “recomendação”, afirma que o deputado estadual “vem demonstrando o oposto de seu antecessor e chega defendendo com unhas e dentes o Governo do Estado e suas mazelas”. Daltinho assumiu a vaga deixada por Zé Carlos do Pátio (Solidariedade), que venceu as eleições municipais de 2016 pela prefeitura de Rondonópolis (216 km de Cuiabá), renunciando ao cargo Legislativo.

A manifestação do Sisma informa o que considera como “o lado oposto e negativo” da atuação do deputado estadual, listando casos que foram parar na Justiça que envolvem e parlamentar, até disputas familiares. Um deles cita a condenação de Daltinho, em agosto do ano passado, a quatro meses de prisão, além do pagamento de 50 dias/multa, por crime de injúria a ex-candidata a prefeita de Barra do Garças (503 km de Cuiabá) nas eleições de 2012.

A pena foi convertida no pagamento de R$ 8 mil à vítima, além da prestação de serviços a comunidade. Recentemente, o Tribunal Regional Eleitoral reformou a decisão de primeiro grau inocentando Daltinho.

O sindicato relembra ainda que em 2010 sua mulher, Lilian Karla Azevedo, acusou Daltinho de ter feito ameaças a ela e que a primeira esposa do deputado estadual, Lilian Limongi de Freitas, moveu ação por danos morais e lesão corporal contra o membro da AL-MT. Daltinho foi sentenciado ao pagamento de R$ 38 mil, de acordo com o Sisma.

A representação dos servidores estaduais finaliza as críticas a Daltinho relatando sua destituição do cargo de presidente do Solidariedade em Mato Grosso por uma decisão da liderança nacional do partido em março de 2015. O Sisma explica que a saída de Daltinho do comando da legenda se deu por “insatisfação de membros  euso da máquina partidária em benefício próprio”.

NOTA DE REPÚDIO

"O deputado Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, que sugeriu que servidores públicos procurem a iniciativa privada durante entrevista a TV Record – coleciona noticias opostas a que foi eleito para representar o povo mato-grossense. O nobre deputado que assume a vaga deixada por Zé Carlos do Pátio, vem demostrando o oposto do seu antecessor e chega defendendo com unhas e dentes o Governo do Estado e suas mazelas.

Informações foram catalogadas por meio de matérias veiculadas em vários sites e jornais impressos na Grande Cuiabá e região do Araguaia - reduto eleitoral do parlamentar, que mostram o lado oposto e negativo de sua atuação. Na lista tem condenação de prisão por injuria a uma ex-candidata de Barra do Garças, matéria do site RD News, de agosto de 2016.

No Blog Perspectivas do Araguaia e reproduzida na Pagina do E, tem também matéria sobre o indiciamento por crime ambiental de desmatamento para criação de gado, em suas duas propriedades rurais, uma em Barra do Garças, chamada Fazenda Reata, e outra no Xingu, chamada Fazenda Bela Manhã. Na edição do jornal Diário de Cuiabá, de maio de 2010, uma página inteira foi dedicada a denuncia da sua ex-mulher, Lilian Karla Azevedo, sobre supostas ameaças.

A matéria cita também a denuncia da primeira esposa Lilian Limongi de Freitas que moveu uma ação por danos morais e lesão corporal. Na época, em primeira instância, a Justiça condenou o deputado a pagar 100 salários mínimos por danos morais e materiais à primeira ex-mulher, além de três meses de detenção em regime aberto, pelos crimes cometidos. Em segunda instância a sentença foi reformulada e a indenização fixada em R$ 38 mil. 

Na edição do portal Gazeta Digital de março de 2015, aborda a destituição do deputado do cargo de presidente do Solidariedade (SD) no estado por decisão da executiva nacional do partido. A matéria destaca que contra o deputado pesaram reclamações e insatisfação de membros da legenda, que o acusam de desobediência às determinações nacionais e de uso da máquina partidária para benefício próprio nas eleições de 2014, em detrimento dos demais candidatos da sigla."


Fonte: folha max
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