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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 21 de Outubro de 2017
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ELEIÇÕES 2018:
     
20 de Outubro, 2017 - 15:32
Antonio Joaquim lança pré-candidatura e diz que Taques é fracasso ético e administrativo

O presidente afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Antonio Joaquim confirmou na manhã desta sexta-feira (20) seu pedido de aposentadoria e sua pré-candidatura ao Governo do Estado nas eleições do próximo ano.

Antonio Joaquim afirmou que o Governo Pedro Taques é um fracasso e não sabe sequer harmonizar a relação entre os poderes. Ele destacou dois escândalos que abalaram a estrutura da atual Gestão. 

“Para mim, o atual Governo é um fracasso ético e administrativo. Responsável pelo maior escândalo de corrupção na área da Educação do Estado. Secretário preso, agentes públicos presos

uma vergonha. Essa situação da Educação se agravou porque o coordenador financeiro da campanha do governador Pedro Taques, Alan Malouf, declarou em juízo que estava lá naquele sistema de corrupção para recuperar os R$ 12 milhões que ele colocou na campanha de Taques, em caixa 2, o que é pior. É uma coisa absolutamente escandalosa e gravíssima. É um exemplo de fracasso ético”, afirmou.

Segundo ele, outro caso de fracasso ético é o escândalo dos grampos. “É uma violência contra a democracia. É pior ou igual à corrupção de dinheiro. Uma invasão à liberdade individual. É inadmissível que um Governo lidere, e já está claro que foi o Governo quem liderou esse processo, um esquema para ouvir os adversários políticos. De ficar bisbilhotando a vida das pessoas. Isso é gravíssimo e tem que ter um resultado concreto ou então vai servir de exemplo para outros líderes políticos espionarem a vida de seus adversários”.

Para Antonio Joaquim, a remessa do processo que trata das interceptações clandestinas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) dá esperança de que os culpados sejam punidos.

Ele afirmou ainda que o Governo Taques tem a dificuldade de manter uma relação com os demais poderes.

“É uma gestão inábil, pautada em conflitos inúteis. Você vê direto o Governo batendo boca com os servidores, com desembargador, com promotor do Ministério Público. Isso é uma crise inútil que atrapalha qualquer Governo. Tem essa dificuldade de harmonizar entre os Poderes. Não é ficar fazendo bravatas”.


Fonte: ReporterMT
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VIOLÊNCIA:
     
20 de Outubro, 2017 - 15:03
Pedreiro é espancado por ladrões até desmaiar em MT

Um pedreiro de 50 anos desmaiou de tanto apanhar de seis ladrões que invadiram sua casa na noite desta quinta-feira (19), na cidade de Rondonópolis (210 km de Cuiabá). As informações são de que três menores participaram da ação criminosa, sendo um armado com um revólver calibre 38.

O crime aconteceu durante a noite, quando seis ladrões invadiram a casa do pedreiro e disseram que estava em busca de um cofre. A esposa do homem também foi rendida

Segundo as informações repassadas à Polícia Militar, os criminosos ficaram irritados quando a vítima disse que não tinha dinheiro em casa. Em seguida, começaram a sessão de agressão contra a vítima, que desmaiou. Os ladrões então fugiram após levarem objetos da casa. 


A polícia foi acionada e localizou quatros suspeitos que tentaram fugir da viatura. Ao serem abordados, confessaram o crime e indicaram a participação de outros envolvidos. Com eles, foi localizado drogas.


Foram presos Anderson Pereira da Silva, 19 anos, Carlos Eduardo da Silva, 20 anos e Daniel Junior Ferreira Machado, 21 anos. Outros três menores foram conduzidos para delegacia da cidade.


Da Assessoria


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Política
     
20 de Outubro, 2017 - 14:19
CONSEFAZ apura perdas de R$ 41,8 bilhões para Estados e municípios com a Lei Kandir

Estados exportadores de produtos primários e semielaborados perderam em 2016 um total de R$ 41,8 bilhões, resultado da diferença entre a desoneração prevista pela Lei Kandir e a compensação feita pela União. Os números foram apurados pelo Conselho dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (CONSEFAZ) e apresentados à Comissão Especial Mista do Congresso Nacional que trata da regulamentação das compensações.

Durante mais de três horas de reunião, os representantes do Consefaz apresentaram ao relator da Comissão, senador Wellington Fagundes (PR-MT), os demonstrativos dos valores de desoneração existente em cada Estado – desde a implantação da Lei Kandir- e o cálculo do coeficiente de perdas por Estado. Os representantes dos secretários de Fazenda ainda entregaram o cálculo para compras aos Ativos Permanentes.

Os secretários de Fazenda dos Estados ainda apontaram a necessidade de inclusão no Projeto de Lei das perdas não compensadas no período de setembro de 1996 até dezembro de 2016, que somam um valor de aproximadamente R$ 549 bilhões.  Eles contestaram as colocações do Ministério da Fazenda e do Tesouro Nacional que, em reiteradas reuniões, apontaram dificuldades em apurar as perdas reclamadas pelos Estados e municípios.

"Os prejuízos são grandes. Os números que estão sendo apresentados têm total coerência e precisam ser levados em consideração. Tudo que devemos para a União é pago, mesmo com muito sacrifício por parte dos Estados" – frisou a secretária de Fazenda de Goiás, Lourdes Augusta Almeida Nobre.

Além da perda acumulada, o secretário de Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Batista Feltes voltou a mencionar a necessidade de aproveitar o momento do debate sobre a compensação para discutir a agregação de valores aos produtos exportados como forma de estimular a indústria nacional.  O secretário de Administração Tributária de São Paulo, Luiz Claudio Carvalho, considera que o debate sobre a Lei Kandir deverá dar solução às duas situações essenciais que são o incentivo a exportação e o incentivo ao chamado “ativo fixo“ dos Estados.

Para Manoel Vitório, secretário de Fazenda da Bahia, a formulação da Lei Complementar sobre a compensação prevista na Lei Kandir aos Estados exportadores de produtos primários e semielaborados precisa ser tratada com maior relevância no Legislativo. Tanto pelo Congresso Nacional como nos entes federados, já que os dados são eloquentes. "O que está se trabalhando é um resgate histórico. O STF já decidiu que é um tema que precisa ter uma definição ainda este ano" – disse, ao classificar como "ficção" o argumento usado pelo Ministério da Fazenda para não reconhecer o passivo das perdas.

CRISE POLÍTICA - Ao considerar fundamental a mobilização da bancada política dos Estados, o senador Wellington Fagundes alertou para a questão do prazo definido pelo STF para aprovação da Lei Complementar pelo Congresso, sob pena de o regulamento e cálculos ficarem a critério do Tribunal de Contas da União. Fagundes lamentou a inflexibilidade do Governo Federal e voltou a reafirmar que a Lei Complementar a ser construída não pode ter lado.

Fagundes destacou na reunião com os secretários de Fazenda que existe uma crise política em curso no Congresso Nacional e que vai exigir muito esforço político para votação da Lei Complementar na Câmara e depois no Senado até o final de novembro. Para isso, segundo ele, é fundamental a elaboração de uma proposta que avance sem entraves.

NOVA AUDIÊNCIA - Na segunda-feira, 23, está prevista uma nova audiência pública para tratar do tema. O evento acontecerá na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Participam Ana Paula Vasconcellos, presidente da Associação dos Gestores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (GESTRIO); Thiago Rangel,  presidente da Associação dos Analistas de Controle Interno do RJ; Henrique Silveira, presidente da Casa Fluminense;  Mauro Osório, presidente do Instituto Pereira Passos (IPP); e  Bruno Sobral - professor da Faculdade de Economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Também foram convidados Damares Amaral da Silva, conselheira do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro; Maurício Faro, presidente da Comissão Especial de Tributação da OAB/RJ; Leonardo Espíndola, procurador Geral do Estado do Rio de Janeiro; Gustavo de Oliveira Barbosa, secretário de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro; e Vinícius Brandão de Queiroz, procurador Regional da Fazenda.



Da assessoria

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Política
     
20 de Outubro, 2017 - 13:54
“Oposição tem que fazer a oposição mesmo, estão morrendo de medo”, diz Taques

O governador Pedro Taques (PSDB) disse que recebe com respeito a oposição e as críticas à Caravana da Transformação. A afirmação de Taques foi feita nesta sexta-feira (20.10) durante visita ao município de Tangará da Serra (280 km de Cuiabá). A Caravana da Transformação percorre os municípios do Estado, levando cirurgias de catarata e outros serviços de cidadania à população.

“Eu respondo com respeito. Nós vivemos na democracia, o povo pôs a oposição no lugar dela. E nós temos que respeitar isso. A oposição tem que fazer oposição, porque estão morrendo de medo”, alfinetou o governador.

Questionado sobre os principais pedidos dos moradores da região norte do Estado, Taques afirmou que são pavimentação urbana, pavimentação das estradas e melhoria na questão da saúde.

Caravana: A Caravana da Transformação que está na 10° edição percorreu os municípios de Nova Maringá, São José do Rio Claro, Campos de Júlio, Sapezal, Santo Afonso, Nova Marilândia, Arenápolis, Nortelândia, Alto Paraguai, Diamantino, Barra do Bugres, Porto Estrela, Nova Olímpia, distrito de Assarí e o distrito de Progresso.

Conforme o governador, serão feitas quase cinco mil cirurgias de catarata, deverão ser 35 mil em 10 edições. “Os próximos municípios são Sinop e Cuiabá”, avisou.


Fonte: VG Notícias
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Política
     
20 de Outubro, 2017 - 11:04
Deputado gravado por ex-chefe de Silval chama propina em MT de “Dubai”

O deputado estadual Baiano Filho (PSDB) deu um “apelido” a propina que receberia das mãos de Silvio Corrêa, ex-chefe de Gabinete do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). De acordo com os depoimentos de colaboração premiada do ex-chefe do Executivo, ele teria chamado o dinheiro ilícito de “Dubai” – a cidade high tec dos Emirados Árabes Unidos, no Oriente Médio, e que também é conhecida por ser um “paraíso fiscal”.

A informação consta dos depoimentos de colaboração premiada que Silval Barbosa prestou à Procuradoria Geral da República (PGR) e homologadas pelo Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto deste ano. Transcrições do vídeo em que Silvio entrega o dinheiro para o parlamentar também comprovam o "apelido" para a suposta propina.

“Em um dos trechos gravados, José Joaquim de Souza Filho (Baiano Filho) chama a propina de ‘Dubai’ e pede para que Silvio seja ‘verdadeiro’ em relação à data que ele receberá a vantagem indevida”, diz trecho da delação.

De acordo como depoimento, Baiano pede a Silvio Corrêa “Me dá o Dubai lá, vinte, pelo menos”. O ex-chefe de Gabinete de Silval, por sua vez, responde “eu não tenho agora”, conforme transcrição do diálogo:

“Baiano Filho: Me dá o do Dubai lá, vinte, pelo menos pra...

Silvio Correa: Eu não tenho agora. Juro pro’cê. Esse ano eu te arrumo [...] Eu não posso mexer senão chega um (incompreensível)

Baiano Filho:  Uhm”.

Baiano Filho foi um dos deputados estaduais que apareceram nas imagens veiculadas numa matéria do Jornal Nacional do dia 24 de agosto de 2017. A reportagem apresentou o que seria uma suposta entrega de propinas aos deputados estaduais por Silvio Corrêa a mando de Silval Barbosa. A ação foi filmada por uma câmera que estava oculta no gabinete de Silvio.

Numa outra reportagem, também exibido pelo principal programa jornalístico da Rede Globo, Baiano Filho aparece reclamando para Silvio Corrêa que Silval Barbosa teria lhe prometido R$ 1,8 milhão. Ao receber a negativa do ex-Chefe de Gabinete, o deputado estadual indagou: “Esse povo não cumpre o que fala?”.

De acordo com os depoimentos de colaboração premiada de Silval Barbosa, o parlamentar era um dos deputados estaduais que recebiam uma espécie de “mensalinho” do Poder Executivo para não criar “barreiras” na implementação e execução de projetos importantes para o Palácio Paiaguás, como o MT-Integrado. Baiano, porém, ao contrário de outros parlamentares não recebe o dinheiro.


Fonte: folha max
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Política
     
20 de Outubro, 2017 - 09:23
Botelho é contra decreto e defende maior tempo para empenhar emendas

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), afirmou que deve ir até a Casa Civil para tentar reverter a situação das emendas parlamentares que podem não ser empenhadas este ano por falta de prazo. De acordo com ele, esses recursos são necessários para atender as necessidades dos municípios. Isso porque o governador Pedro Taques (PSDB) assinou o Decreto 835 que disciplina a execução orçamentária deste ano.

“Os recursos não empenhados e saldos de emendas parlamentares disponíveis em 31 de outubro de 2017 poderão ser remanejados para o pagamento de outras despesas”, traz o artigo 12 do Decreto 835.

“Eu vou na Casa Civil e pedir explicações sobre esse decreto. Porque é muito ruim para os deputados, já que o decreto simplesmente permite o cancelamento dos empenhos. A Casa Civil ou o governador terá que explicar para os deputados o por que desse decreto, qual a proposta disso. Precisamos conversar e entender”, explicou.

Botelho ainda cogita derrubar o decreto governamental caso a situação não seja resolvida com o Executivo. “Vamos tentar o diálogo e aí ou governo explica isso e o motivo ou os deputados vão derrubar esse decreto. É só derrubar esse decreto e continuarmos trabalhando porque esses são recursos que chegam até a população”, finalizou.

O secretário-chefe da Casa Civil e deputado licenciado Max Russi (PSB) explicou que isso será conversado com os deputados, mas que as emendas que não tiverem os projetos e documentos apresentados, ficam inviabilizadas de serem empenhadas. Ele ainda reconheceu a necessidade dos recursos.

“Quem não conseguiu fazer projeto de fevereiro até outubro fica difícil de conseguir fazer isso agora no final do ano. Vamos esperar, acho que a grande maioria vai conseguir encaminhar bem. Tiveram oito meses para agilizar essa documentação. Em alguns casos pode ser que não consiga mesmo, mas o que tiver empenhado vai ser pago, o problema são as emendas que não foram elaboradas com os documentos necessários”, disse o secretário.


Fonte: folha max
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Política
     
19 de Outubro, 2017 - 14:25
Juíza nega arquivar ação contra Riva por envolver Taques no caso Cooperlucas

A juíza da 39ª Eleitoral de Cuiabá, Maria Rosi de Meira Borba, negou arquivar ação de investigação contra o ex-deputado José Riva, e marcou para fevereiro de 2018 a audiência de instrução e julgamento do processo.

Na ação, o ex-parlamentar é acusado de caluniar e difamar o governador Pedro Taques (PSDB), ao citar o envolvimento do tucano no caso Cooperlucas, que teria provocado um rombo de mais de R$ 230 milhões em cooperativa agrícola, montada na cidade de Lucas do Rio Verde.

Em 11 de agosto de 2014, o então candidato a governador do Estado, José Riva, realizou uma reunião com o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), o qual, segundo o processo, teria caluniado e difamado o seu adversário político, Pedro Taques, com os seguintes dizeres: “Agora, ninguém nunca saiu por aí questionando porque o doutor Pedro Taques pegou um processo de um rombo de mais de R$ 230 milhões de uma cooperativa e guardou em uma gaveta, deixou prescrever. Isso não é corrupção?”.

Na época dos fatos, Taques ingressou com uma queixa-crime contra o ex-parlamentar com objetivo de impedi-lo de mencionar seu nome no caso da Cooperlucas, pois, Taques era procurador-chefe do Ministério Público Federal à época dos fatos e não teria tido nenhuma atuação nestes autos.

A Polícia Federal instaurou inquérito policial para apurar o caso, e o Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou criminalmente José Riva.

A denúncia foi acatada pela juíza Maria Rosi de Meira. Porém, os advogados de Riva tentaram anular a ação na justiça eleitoral pelo fato de existir um processo com os mesmos fatos em tramite na Justiça Estadual, e por consequência, absolvição do ex-deputado.

Apesar de reconhecer a existência dos processos com mesmo objeto na esfera criminal e eleitoral, a magistrada negou o pedido alegando que as declarações de Riva contra Taques foram com objetivo de “obter vantagens eleitorais”.

Além disso, Maria Rosi marcou para o dia 23 de fevereiro de 2018, às 13h30, a audiência de instrução e julgamento da ação penal eleitoral.


Fonte: VG Notícias
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Política
     
19 de Outubro, 2017 - 14:02
Botelho e 3 deputados visitam Fabris na prisão; colega reclama que está ansioso

O presidente da Assembleia Eduardo Botelho (PSB), acompanhado pelos deputados estaduais Romoaldo Júnior (PMDB), Mauro Savi (PSB) e Janaina Riva (PMDB), visitou o deputado Gilmar Fabris (PSD) no Centro de Custódia da Capital (CCC) na manhã desta quinta (19). Na saída, afirmou o objetivo principal foi verificar a situação do colega na detenção.

“Ele está ansioso, se sentido um pouco abandonado. Evidentemente, explicamos para ele toda situação jurídica”, declarou Botelho ao site Mato Grosso Mais quando saiu da unidade prisional.

Ocorre que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) negou a petição da Assembleia que buscava obter permissão para votar a manutenção ou revogação da prisão de Fabris. O Legislativo sustenta que a prerrogativa está baseada no artigo 29 da Constituição Estadual que reproduz o artigo 53 da Constituição Estadual.

Botelho reivindica a prerrogativa de analisar a pertinência ou não da prisão de Fabris. No entanto, alega que está aguardando orientação da Procuradoria do Legislativo para agir.

Sobre a situação de Fabris, Botelho considera que o colega está recebendo tratamento adequado no CCC. Destaca ainda que a saúde requer atenção especial.

“Ele está tendo toda condição e tomando a medicação necessária. Os agentes estão sendo bem solícitos. É hipertenso, obeso e tem diabete. Precisa de acompanhamento especial e está recebendo. Tudo normal”, concluiu o presidente da Assembleia.

Fabris já recebeu visita de Botelho em outra oportunidade. O presidente da Assembleia esteve no CCC, junto com o presidente da Comissão de Ética Leonardo Albuquerque (PSD), em encontro promovido pelo juiz da Vara de Execuções Penais de Cuiabá Geraldo Fidélis. Savi e o deputado estadual Allan Kardec (PT) também estavam presentes.

A prisão de Fabris foi decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, no âmbito da Operação Malebolge deflagrada pela Polícia Federal com base na delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). O parlamentar se entregou em 15 de setembro e deste então permanece no CCC.

Fux decretou a prisão preventiva por suposta ocultação de provas. Em 14 de setembro, quando a Operação Malebolge foi deflagrada, Fabris deixou seu apartamento antes da chegada da PF, vestindo pijama e carregando documentos. A ação foi toda filmada.


Fonte: RDNews
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Política
     
19 de Outubro, 2017 - 13:49
Antonio Joaquim protocola aposentadoria e se filia ao PTB para disputar o Governo

O conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado, Antonio Joaquim, protocolou na manhã desta quinta-feira seu pedido de aposentadoria do cargo. Ele deixa a função para retornar a atividade política partidária.

De acordo com informações, o conselheiro se filiará em novembro ao PTB, onde buscará articular uma candidatura ao Governo do Estado. Ele concederá uma entrevista coletiva na sexta-feira para explicar sobre a aposentadoria e seu projeto político. Ainda deve fazer críticas a gestão do governador Pedro Taques (PSDB), provável adversário nas eleições de 2018.

Antonio Joaquim deixa o Tribunal de Contas dias após ser afastado por decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. Além dele, outros cinco conselheiros deixaram o cargo.

Ele foi acusado pelo ex-governador Silval Barbosa, em delação premiada, de ter recebido propina para aprovar as contas da gestão do peemedebista e não criar “empecilhos” para execução das obras do programa MT Integrado.

Além disso, Joaquim teria vendido uma fazenda para o ex-governador, negociada em nome de “laranja”. A propriedade foi paga com recursos de propina.

Antes de ser afastado, Antonio Joaquim já planejava deixar o cargo em outubro deste ano após retornar de um período de férias para ingressar na política. Com o afastamento, chegou a anunciar que recuaria da aposentadoria, pois iria "resgatar sua honra".

Porém, em consulta com advogados, não viu problemas em deixar o TCE antes de reverter o afastamento. Com a saída da corte de contas, ele perde o foro por prerrogativa de função no Superior Tribunal de Justiça.

SUBSTITUTO

A vaga de Antonio Joaquim deve ser preenchida por um conselheiro substituto, aprovado em concurso público. Uma lista tríplice será encaminhada ao governador Pedro Taques (PSDB) que definirá qual será efetivado.

Atualmente, são conselheiros substitutos: Luiz Henrique Lima, Isaías Lopes da Cunha, Luiz Carlos Pereira, João Batista Camargo, Jaqueline Jacobsen, Moisés Maciel e Ronaldo Ribeiro.


Fonte: folha max
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Política
     
19 de Outubro, 2017 - 10:48
TRF nega pedido da Assembleia para livrar deputado Fabris da cadeia

A Assembleia Legislativa impetrou com um agravo no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para saber por que foi mantida a decisão de que os parlamentares não podem votar pela sustação da prisão do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), como é previsto na Constituição Federal e Estadual.

De acordo com o presidente da Comissão de Ética da Casa, deputado estadual Leonardo Albuquerque (PSD), ainda não foi exposto o motivo da suspensão dessa prerrogativa. “Foi feito um agravo e encaminhado para que o Tribunal justifique essa situação de por que não podemos evocar o artigo 55 da Constituição Federal que nos dá a prerrogativa de votar a liberação do deputado Gilmar Fabris. O processo está em sigilo e só sabemos que foi mantida a decisão do ministro Fux”, disse o parlamentar.

Na última semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, encaminhou o processo ao TRF. Agora a procuradoria do Legislativo continua buscando informações do processo que está em sigilo.

O presidente da Casa, deputado Eduardo Botelho (PSB), destacou na última semana que o julgamento do caso envolvendo o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), afastado do cargo por decisão da Primeira Turma do STF, altera, no entendimento dele, a situação de Fabris. Além do afastamento do Senado, Aécio teve impostas contra si algumas medidas cautelares como o recolhimento noturno.

No entanto, por 6 votos a 5, o Plenário da Suprema Corte entendeu que no caso de parlamentares em exercício de mandato, isso só pode ocorrer com o aval do Legislativo. “A decisão do STF no caso do senador Aécio criou uma vinculação com casos parecidos, como este do deputado Gilmar Fabris. Por isso vamos pedir ao TRF que nos envie o processo”, disse Botelho.

Fabris foi preso no último dia 15 de setembro, acusado de obstrução à Justiça. Ele teria deixado seu apartamento acompanhado da esposa carregando uma pasta que poderia conter documentos minutos antes da chegada de agentes da Polícia Federal (PF), que cumpriram mandado de busca e apreensão contra o parlamentar por conta da Operação Malebolge.

Imagens obtidas pela Polícia Federal mostraram Fabris saindo de casa ainda de pijama com uma pasta. Ao reconstituírem o trajeto do parlamentar, os agentes descobriram que ele repassou o conteúdo da pasta para dois advogados, um deles o seu concunhado. Ambos acabaram sendo alvo de busca e apreensão dias depois.

O parlamentar segue detido, ocupando uma das celas do Centro de Custódia de Cuiabá (CCC). A defesa dele nega todas as acusações. 


Fonte: Gazeta Digital
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