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POLÍCIA
     
6 de Dezembro, 2017 - 20:06
Polícia prende representantes da RD Premium em MT

Uma investigação da Polícia Civil de Aripuanã deflagrada, no dia 30 de novembro resultou na prisão em flagrante de três representantes da empresa RD Premium, que havia decretado falência da empresa.

Foram presos: Manoel Brito de Lucena, de 39 anos, conhecido como “Nelinho”, Silvia Ferreira das Flores e Robson Westphal Dutra, de 37, ambos, acusados de praticaram o crime de venda irregular de solo urbano naquele município, infringindo o artigo 50 da lei 6.766/79.

A RD Premium –

Inaugurada em 6 de julho do ano de 2012 em Aripuanã-MT, a empresa praticava a famigerada, “compra premiada”, prometendo realizar o sonho das pessoas, inicialmente com o sorteio de motocicleta e eletrodomésticos. Os participantes pagavam uma parcela mensal do bem e participava de um sorteio, o sorteado receberia o produto integralmente quitado. Ultimamente a empresa estava comercializando lotes urbanos.

Investigações Policiais –

De acordo com o delegado da Polícia Civil de Aripuanã, Alexandre da Silva Nazareth: a empresa RD está sendo investigada, pela “suposta” fraude de pirâmide financeira. Do outro lado, a proprietária da empresa alegou que estava passando por dificuldades financeiras e protocolou em juízo um pedido de falência.

Inconformada e com receio de calote, uma multidão de pessoas credoras invadiram a sede da empresa na última semana exigindo as restituições de seus créditos, e depois foram à delegacia de polícia fazer boletim de ocorrência.

Para “minimizar” o alvoroço dos credores Deriane de Jesus Santos, representante legal da empresa RD Premium e seus funcionários propuseram dividir em tamanhos menores os lotes, localizado no Frei Canuto e repassar aos credores, para sanar as dívidas.

Situação atual dos Investigados na justiça –

A Polícia Civil levou o caso ao juiz da comarca de Aripuanã que, homologou a prisão em flagrante e arbitrou a fiança de 10 salários mínimos para Manoel o diretor de marketing da empresa e Robson que era cliente e fazia a veiculação falsa da legalização do loteamento. Já, Silvia que era secretária da empresa foi arbitrada a fiança de um salário mínimo.

Dos acusados, apenas Robson não pagou a fiança e continua preso na cadeia pública de Aripuanã.


Fonte: juina news
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