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19 de Maio, 2017 - 07:57
Foragido, empresário nega ter mandado matar nove em MT

O advogado Ricardo Saldanha Spinelli, que possui escritório em Cuiabá, afirmou que o suspeito de ser o mandante do massacre de Colniza, Valdenir João de Souza, possui o direito Constitucional de não se apresentar a justiça. O empresário, proprietário das empresas GA Industria Madeireira e Cedroarana Ltda, está foragido e teria ordenado o assassinato de nove trabalhadores na área rural de Taquaruçu do Norte, em Colniza (1006 km de Cuiabá), no dia 19 de abril de 2017.

Spinelli, porém, afirma que “acabou de entrar no caso” e ainda irá analisar “a possível apresentação” do suspeito. Por meio de nota, o advogado destacou que a empresa está há mais de 15 anos no setor de manejo florestal e, tanto ela quanto Valdenir, não respondem a nenhum processo.

Afirma ainda que a empresa gera vários empregos e atende todas as determinações previstas pela legislação. Em relação a chacina, o acusado nega os crimes. “Esclarece a defesa que os fatos ventilados não correspondem com a verdade, acreditando seriamente que tudo será devidamente esclarecido, dentro do devido processo legal, afirmando pela inocência do Sr. Valdelir João de Souza, pois não cometeu qualquer tipo de infração”, diz a nota.

CHACINA

Uma suposta disputa por terras teria sido o motivo dos homicídios de nove trabalhadores no dia 19 de abril de 2017. Izaul Brito dos Santos, de 50 anos, Ezequias Santos de Oliveira (26), Samuel Antônio da Cunha (23), Francisco Chaves da Silva (56), Aldo Aparecido Carlini (50), Edson Alves Antunes (32), Valmir Rangeu do Nascimento (55), Fábio Rodrigues dos Santos (37), e o pastor da Assembleia de Deus, Sebastião Ferreira de Souza (57), foram brutalmente assassinados após passarem por sessões de tortura.

Na última segunda-feira (15) o Ministério Público Estadual (MPE-MT) denunciou cinco pessoas que estariam envolvidas nas mortes dos trabalhadores. Valdenir João de Souza, de 41 anos, suspeito de ser o mandante dos assassinatos, o ex-sargento da Polícia Militar de Rondônia, Moisés Ferreira de Souza, Ronaldo Dalmoneck, além de Pedro Ramos Nogueira e Paulo Neves Nogueira (tio e sobrinho, respectivamente) são acusados de cometerem os homicídios.

De todos eles, apenas Pedro Ramos e Paulo Neves estão presos.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista notícias veiculadas a respeito da “chacina em Colniza/MT”, as empresas GA Industria Madeireira e Cedroarana Ltda, por meio de seu advogado, esclarece que o Sr. Valdelir João de Souza é sócio fundador de tais empresas, estando a frente há mais de 15 [quinze] anos, onde nunca compactuou com qualquer tipo de ilícito, sempre agindo dentro da lei e nunca tendo respondido a processo de qualquer natureza.

Esclarece que as empresas têm como atividade a exploração de manejos florestais, com unidades em Mato Grosso e Rondônia, onde geram inúmeros empregos, sempre procedendo com o recolhimento do tributo respectivo, inclusive com controle rígido de suas atividades, nunca se furtando a qualquer encargo ou responsabilidade, seja de cunho moral ou profissional.

Esclarece a defesa que os fatos ventilados não correspondem com a verdade, acreditando seriamente que tudo será devidamente esclarecido, dentro do devido processo legal, afirmando pela inocência do Sr. Valdelir João de Souza, pois não cometeu qualquer tipo de infração, confiando na justiça deste país, onde a verdade será restabelecida.


Fonte: folha max
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