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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 17 de Janeiro de 2018
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04/09/2017
Ou faz o manejo do fogo na hora certa ou?
Tempo seco estiagem prolongada, baixa umidade relativa do ar, movimentação eólica intensificada, tudo isso junto e misturado reseca a vegetação e as consequências desse resecamento é nada mais nada menos que incêndios florestais em todos os ecossistemas mato-grossenses e do país.

Ou se faz o manejo do fogo em tempo habil e na hora certa no de março a maio desbastando 30% da vegetação desvitalizada ou vamos conviver com essa desordem ambiental a vida inteira, matando a vida aleatóriamente.

E mais o pior de toda essa hecatombe quem paga por essa falta de planejamento e prevenção no periodo da estiagem são os mais fracos que não podem se defender, ou seja, a fauna silvestre e doméstica especialmente a fauna jovem, o pequeno produtor rural, o assentado rural e assim sucessivamente.

O estado brasileiro precisa achar caminhos para evitar esse desgaste ciclicos que ocorre anualmente desde que o mundo é mundo, é preciso fundamentalmente trbalhar ações reais concretas verdadeira a médio e a longo prazo planejar e executar atividades preventivas o ano inteiro.

Gritar, correr, pular, espernear, culpar terceiros no periodo da estiagem quando o fogo já se encontra queimando a vegetação literalmente não resolve ou resolverá o problema de matança da vida.

O Brasil tem as melhores legislações ambientais do mundo lei federal n. 9605/98, lei federal n. 6938/81, lei 12651/12 Deretos e portarias regulamenta o uso e manejop do fogo nos ecossistemas brasileiro, mas na pratica, ainda, se faz muito pouco para resolver a questão do controle dos incendios florestais no estado e no país.

A questão não é ficar contando a quantidade de número de focos de incêndios florestais que ocorrentes anualmente, mais sim a dimensão da área devastada por ele e destruição de vida ceifada.

O sistema de monitoramento por satelites meteorologicos tem somente a capacidade de identificar e quantificar o número e a quantidade de focos de inêndios florestais, mais não tem a capacidade de dimensionar a área encinerada, essa é a questão.

Por tanto, não iremos resolver o problema do fogo florestal contando quanto focos de incendios ocorreram este ano comparando-os com do ano passado e assim sucessivamente, a questão exige planejamento, prevenção e controle ambiental dos recursos naturais. O resto é simplesmente enxugar gelo e deixar a vida esvarir-se.

fazer o manejo do fogo nas unidades de conservação seja elas federais, estaduais ou municipais é o primeiro passo com planejamento coreto e realissta.

Temos legislações especifica para isso, a qual se encontra estabelecida nos artigos, 38,39 e 40 da lei federal n. 12.651/12, onde ao elaborar a legislação pontuamos os procedimentos para esse fim.

Preservar é preciso, planejar então é fundamental para evitar o previsivel e evitavel. Precisamos urgentemente sair da mesmice!
Por: Romildo Gonçalves
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