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14/11/2016
Eleições, 2016. A experiência!
Eleições para vereadores em 2016, cheias de normas, regras. Impedimentos daqui e dali. Não pode fazer propaganda extemporânea. Tudo bem. Democracia parece arranhada. Reduz-se período de propagandas. Propaganda fez falta. Mas, ótimo. O povo parece que merece mais novelas mesmo para “enriquecer-se culturalmente”. Para se candidatar, tem muitas exigências... Mas não falemos disso agora. A população, em grande parte, nem se fala, está por demais exigente. Cansada de votar em “políticos de meia pataca”, coloca a todos na mesma balança... Então, se nega a votar mesmo. Votam nulos ou não comparecem às urnas. Tolice. Apenas deixam de contribuir com suas escolhas. Só deixando que os menos informados elejam seus representantes. Depois querem recamar de que? Quem permite as aberrações, são aqueles que não vão votar. São aqueles que não dão o voto válido.

Outra coisa bem notada na minha cidade de Várzea Grande, e que fez muita falta, foi a ausência de propaganda eleitoral na televisão. Ora, isso colocou um gelo na campanha de muitos candidatos novatos, que não dispunham de estrutura financeira. Pois bem. Tudo transcorreu já como se poderia esperar. Muitos dos novos ficaram para uma remota nova oportunidade. Quem sabe de outra vez, o entendimento seja que propaganda é a alma dos negócios e também é ponto fundamental da política, para a divulgação dos candidatos, que podem chegar de forma barata e eficiente na casa das pessoas, levando informações úteis sobre as candidaturas e, dando realmente oportunidades iguais, tanto para ao eleitor fazer sua opção, como aos candidatos de chegarem nos pontos mais longínquos da cidade, sem muito custo individual. Afinal, isso é saudável para a boa e velha democracia. Se é que o objetivo é reduzir custos, e igualar as condições e oportunidades para todos.

Concordo que a visita é importantíssima nesse caso. Mas como fazer tudo num tempo tão reduzido? Antigamente a gente via acontecer esse tipo de coisa desde o início do ano eleitoral. Mas, mesmo visitando antes, como divulgar seu número? Fora do curto período, antecipando, é crime. No prazo, sem televisão e sem rádios, não se consegue fazer a divulgação com eficiência. Mas, tudo bem. Então como os outros que conseguiram, e se elegeram? Boa pergunta! Mas não saberia responder simplesmente sem falar do poder econômico... Mas foi sim, uma boa experiência, pois se conhece mais as pessoas da forma que elas realmente são: Fiéis ou infiéis. Leiais ou desleais. Amigas ou não. Só quem viveu pode revelar o que ganhou participando... O espaço é muito breve, não cabe tanto. Mas pode-se destacar uma coisa até espantosa. “O povo exige muito do pequeno e do novato, mas entrega tudo fácil a quem não precisa.” (Elizeu Xum Xum) – Ou seja, ele quer saber se o candidato possui diploma, se já tem serviços prestados, etc. Mas no fim, acaba não sendo tão rigorosos ao votar. Pois parece, sempre se ouvir rumores de coisas não republicanas sendo comentadas. “Mas falar nisso, pode dar pano pra manga”.

Não se pode culpar o povo por tudo que acontece ou acontecerá resultante das suas escolhas. Porque? Ora, com tamanha abstenções e votos não validados, aqueles que escolheram, mesmo que de forma precária e induzida pelas necessidades, o fazem de livre e espontânea vontade. Os culpados são os que deixaram de escolher. Esses sim, são os maiores responsáveis por toda catástrofes políticas que se tem vivido. Não se pode atribuir culpa total ao povo vulnerável, por deixar a todos na mesma situação, e nem por efetuar trocas de seu voto por vantagens fúteis e imediatas. Pois além dos omissos, também todas as dificuldades, como as de comunicação e divulgação, também fazem parte dessa corrente por desvalorização da política e dos políticos, bem como da possibilidade de “desvirtualização” da democracia. Ora, se a intenção é reduzir gastos com a eleição, não se pode então impedir ou dificultar a divulgação de nomes através dos meios de comunicações mais acessíveis à população. Pois o resultado pode ser mais oneroso que se imagina. Não se pode tolher as formas de propaganda mais acessível ao povo. Pois bem. A propaganda até seria uma forma saudável da população ganhar com serviços, como antigamente. É claro que ao mais carente não se chega via internet e nem com leituras. É importante o uso da televisão e das rádios. E pior, em 45 dias ou menos, não se visita nem toda uma família, quanto mais uma população de uma cidade do porte da nossa. O que resta é o que se viu, “emporcalhamento” da cidade com chuvas de santinhos por alguns.

DOMINGOS SÁVIO BRUNO é engenheiro florestal - ex-gerente técnico/chefe de distrito/Fundação Nacional de Saúde/CRMT e Inspetor chefe do CREA/MT - Inspetoria de Várzea Grande/MT.
Por: Domingos Sávio Bruno
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