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04/09/2015
Fogo! Mato Grosso arde!
Estamos no epicentro da estiagem no estado de mato grosso, no centro oeste e por extensão no Brasil. De 15 de agosto a 15 de setembro as condições de intempéries se movimentam dinâmica e difusamente nos ambientes locais e regionais.

Centros de pesquisas meteorológicas no Brasil e demais centros climatológicos espalhados pelo mundo continuam alertando governos e gestores do perigo de catástrofes ambientais mundo afora, pesquisadores, técnicos e cientistas continuam mostrando caminhos para se prevenir e evitar a concretização dessas evidências, mas?

Como se vê extremos climáticos estão se acentuando nas última três décadas seja graça ao aperfeiçoamento de ferramentas e instrumentais para detecção, seja pelo aumento da pressão antrópica sobre os ecossistemas naturais, seja pela a falta de planejamento demográficos, a questão vem se alterando progressivamente.

No caso do Brasil, com a presença do fenômeno El Niñio, em 2005, 2010, tínhamos conhecimento da situação e poderíamos ter sido um pouco mais racionais fazendo a prevenção na hora certa para evitar a catástrofe em curso no estado com o ceifamento gratuito da vida nos três ecossistemas que compõem o estado de mato grosso em 2015.  

A questão em foco não é na sua essência a variação da temperatura ou a difusa variação das intempéries e sim a falta de planejamento e prevenção para evitar a ocorrência de sinistros previsíveis e evitáveis, sobre ambientes naturais, ou antropisados.

Sabemos que grande parte das alterações, variações e acentuadas modificações na temperatura seja para o quente ou para o frio, são processos cíclicos naturais que ocorrem de tempo em tempo em tempo e que independente da intervenção humana, porém, precisam ser encaradas preventivamente com naturalidade.

A utilização desordenada dos recursos naturais vem sendo alterados nas últimas três de maneira significativa, atingindo a vida em diferentes ambientes de forma agressiva e até mesmo irreversíveis, sejam eles, ambientes terrestres, aquáticos ou aéreos.
O pior da questão é que! Aliado a tudo isso, mira-se outra questão ainda mais grave, a inércia de gestores e governantes públicos frente à realidade nua e crua dos fatos.  

O que esperar de 2015? Nada! Já esperamos demais! estamos sentindo literalmente o calorão ambientalmente falando. E fogo literalmente queimando a vida. Porque não se fez a prevenção na hora certa? Com a palavra, as autoridades! Porque não?
Por: Romildo Gonçalves
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