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05/08/2015
Estiagem falta dágua e incêndio
Para cientistas e pesquisdores a ocorrencia de estiagem prolongadas, falta dágua e incêndios florestais começa a preocupar.  Boas parte das alterações são ciclicas naturais, porém, a perceptível mudança no volume de chuvas em algumas regiões do país e secas extremas em outras, precisa ser miradas com mais cuidado.

Essa combinação perigosa, aliada a falta de perspectivas de um governo atuante para prevenir,controlar, orientar... pode criar uma situação ainda mais custosa para todos. Segundo o proprio IBAMA, o grande número de incêndios florestais já chama a atenção e estão entre os principais problemas ambientais enfrentados pelo Brasil.

A emissão de particulados na atmosfera, oriundas da queima de biomassa são em grande parte responsáveis pelo aumento dos gases de efeito estufa do planeta. Demais contribui de maneira insofismável  para o aquecimento global, alteração  das condições de intemperies locais, regionais...

Nesse viés com as mudanças climáticas desordenadas provoca-se prejuízos econômicos, sociais e ambientais sem precedentes, aliadando se a isso, aceleração do processo de desertificação, desflorestamento e perda da biodiversidade de maneira constante.

Se em 2013 a luz era verde, em 2014 ficou  amarela, e em 2015 ficou vermelha de verdade. Se em 1998 quando iniciou os primeiros registros de focos de calor no pais  detectou–se 123.894 focos, algo ainda experimental,não muito confiavel, hoje após decadas de aperfeiçoamentos do sistema de monitoramento por satélites, registrou-se em 2014, nadas mais nada menos que 115.520 focos de calor no território nacional, com destaque para a Amaznia legal brasileria.

Vale ressaltar que desde de 1998 o sistema de fiscalização, orientação, e informações das e nas instiuições ambientais brasileira, seguem a mesma cartilha, a mesma política ambiental implantada naquela decada, hoje absolutamente, obsoleta, sem mais delongas.

Chega o periodo da estiagem que vai de julho a setembro, exetuando deste contexto o estado de Roraima, as chamadas grandes operações de combate ao fogo começa, ai vem os piromaniacos.
O resultado dessa panaceia todos sabemos antecipadamente, gasto de recursos públicos, azucrinação do produtor rural, e resultado positivo que é bom é zero. Mais de uma década sem planejamento, sem inovação, sem renovação, sem visão se foi, mas, 2016 vem mais.

o estresse hídrico vegetacional, aliado ao descompasso da política ambiental governamental, contribuem sobre maneira para  transformação da vegetação em cinzas, com adestuição da vida no seu âmago.
Cada país tem o governo que merece, aqui no Brasil, esse cobra e culpa todo mundo, pelos seus próprios erros, aqui não se fala incêndio florestal porque este é responsabilidade do poder público.

Se fala em queimada, fogo autorizado pelo poder público sob a resposnabilidade do produtor rural, do assentado, do sitiante... Queimada é algo que não significa 0,0001% no fogo florestal nos esscossistemas do país.
Mas nesse periodo as ditas autoridades ambientais ou ambientalistas meio pataca, usa-se a mesma e decorada retórica, de que, no Brasil há uma tradição para queimar.
Por: Romildo Gonçalves
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