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26/07/2014
SEMA! Descentralizar para preservar II!
Dar continuidade as atividades em cursos e criar novos modelos de gestão para atender as exigências da moderna sociedade mato-grossense, e da legislação vigente, serão uma das inúmeras prioridades do novo gestor que irá comandar o estado de mato grosso a partir de 2015.

Um segundo passo de igual valor no percurso desse processo é estruturar a secretaria de estado de meio ambiente, com instrumentais e recursos humanos capazes de responderem com clareza e objetividade as exigências da população em meio as suas atividades de rotina.

Como secretaria eminentemente técnica a sema precisa mais do que nunca, para execução de suas atividades ampliarem seus horizontes, evoluindo de maneira eficaz em sua missão. Nesse sentido criar implementar e estruturar novos núcleos em polos estratégicos do território mato-grossense, assentando nesse polos gestores capazes de responder com eficácia as comunidades locais e regionais é objetivo maior.

Estimular, fomentar, planejar, executar com eficiência atividades e metas programadas de orientação, prevenção, preservação e conservação da vida, assegurando desenvolvimento sustentável é dever basilar dos governantes e gestores públicos.

Reavaliar, reativar, redirecionar programa e projetos como: Prodeagro, Bid-Pantantal, PPG7... Atento ao uso racional dos recursos biótico e abióticos do estado manejando-os racionalmente fundamentado no tripé, desenvolvimento-produção-preservação, tendo como base o intrínseco conceito de qualidade de vida sem agressão gratuita ao meio ambiente é o x da questão.

Sabemos que a tarefa não fácil, porém, sabemos que temos um papel primoroso a cumprir dinâmica política ambiental mato-grossense.  Sabemos que a base econômica do estado de mato grosso se fundamenta na produção primária, entende-la na sua plenitude, compreendendo a dimensão desse contexto do “preservar produzindo e do produzir  preservando”, é o caminho.

Nesse front, gestores públicos e produtores rurais devem mirar com precisão essa tênue linha de continuidade da vida! E mas, para caminhar nessa seara é imprescindível conhecer, compreender e entender o papel da gestão pública e a finalidade dessa secretaria no contexto.

Nesse viés, vale pontuar que embora a sema seja uma pasta, eminentemente técnica, é ao mesmo tempo política, holisticamente falando, uma vez que para lá convergem interesses difusos, conflitantes... Advindos da iniciativa privada e do próprio poder público.

Se nas últimas décadas três os gestores mato-grossenses conseguiram implementar habilmente políticas sustentáveis no estado, permeando exigência legais de preservação e produção, dinamizá-la a partir de 2015, assegurando sustentabilidade para o século 21 é a missão da sema.

Portanto descentralizá-la capitalizando-a nos diferentes ecossistemas mato-grossenses é uma questão basilar para o novo gestor público e sua equipe a partir de 2015.

Romildo Gonçalves é Biólogo Mestre e Prof, Pesquisador da SEDUC/UFMT.
Por: Romildo Gonçalves
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