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11/01/2014
A difusão das intempéries no mundo, 2014 promete!
Estamos iniciando o ano de 2014, e como se vê os 201 países que compõe o globo terrestre começa a sentir as fortes e difusas alterações nas condições de intempéries que controla e modifica a vida na terra. Sejam para mais quente, seja para mais frio, o clima se apresenta de forma difusamente agressiva e expressiva.

Com temperatura variando de 50º graus positivos a 50º graus negativos em períodos de tempo relativamente curtos cronologicamente falando. Embora saibamos que este é um processo cíclico natural que ocorrem de tempo em tempo devendo ser encarado com naturalidade. Porém às vezes assusta!

Centros de pesquisas climatológicas e meteorológicas espalhados pelo mundo como, por exemplo, (INPE-CPTEC) no Brasil continuam alertando as autoridades públicas e gestores ambientais quanto às evidências de catástrofes previsíveis, ao mesmo tempo em que pesquisadores, técnicos e cientistas apontam caminhos para evitar ou pelo menos amenizar a concretização de tais evidências, mas?

Fatos ocorridos dentro e fora do país em 2012, com calor no Centro-Sul e Seca extrema no Nordeste brasileiro... Inverno rigorosíssimo na Rússia ceifando a vida de 123 pessoas com frio extremo e nevascas gigantescas com o gelo chegando a cinco metros de altura em alguns pontos do país.

Nos Estado Unidos ventos e tempestades de até 100 km por hora varreram o país de ponta a ponta, Tufões, Tornados, Furacões... Deixando pelo menos 12 pessoas mortas e centenas de portos e aeroportos fechados, na Grã Bretanha e demais países Europeus a situação também não foi muito diferente com as intempéries agitando 2010, 2012. 2013 passou batido, porém, para 2014 precisamos prevenir.

A grande questão a ser debatida, não é na sua essência a variação da temperatura ou a difusão das intempéries, e sim a forte pressão antrópicas sobre os ecossistemas naturais, e a falta de politicas públicas sustentáveis para segurar essa realidade. Sem planejamento e sem sustentabilidade a vida não resistirá por muito tempo, essa é a questão.

Como se sabe a pressão antrópica desordenada sobre os recursos naturais altera de forma irreversível a vida. De maneiras diferentes e de forma gratuitamente agressiva estão utilizando diferentes ambientes seja do mundo biótico, seja do mundo abiótico a situação só tende a piorar.

Com ambientes continuamente sendo minado, aliado a inércia da gestão pública mira-se outro agravante perigoso para continuidade da vida. Como se vê extremos climáticos está se acentuando em 2010 e 2012, foram constatadas situações desesperadoras no país. Para as regiões tropicais 2014 começa a mostrar sua cara com um calorão de rachar, e daí?

Então o que esperar de 2014? Pelo andar da carruagem 2014 será um ano quente literalmente falando, então porque não começar a prevenir-se desde já? Fazendo o que deve ser feito para evitar aquilo que não queremos? Com a palavra, autoridades e gestores ambientais! Porque não?

Romildo Gonçalves é Biólogo
Mestre em Educação e Meio Ambiente
Perito Ambiental em Fogo Florestal
Prof/pesquisador da Ufmt/Seduc
romildogoncalves@hotmail.com
Por: Romildo Gonçalves
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