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8 de Janeiro, 2017 - 20:26
Rebelião em cadeia pública reativada deixa quatro mortos em Manaus

Quatro pessoas foram mortas durante uma rebelião na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no centro de Manaus, neste domingo (8), segundo o secretário de Administração Penitenciária do estado, Pedro Florêncio. O governo do Amazonas disse que dois detentos não apareceram na contagem feita após o motim. De acordo com o médico Daniel Sérgio, do Serviço de Atendimneto Móvel de Urgência (Samu), aproximadamente seis presos tiveram "ferimentos leves" após o motim. Um detento está internado com quadro estável no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

Também neste domingo, três corpos em avançado estado de decomposição foram encontrados no ramal de acesso ao Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), situado na BR-174, em Manaus, na manhã deste domingo (8). O presídio é o mesmo onde ocorreu o massacre de 56 detentos no primeiro dia do ano. A informação foi confirmada pelo Instituto Médico Legal (IML).

Mais cedo, a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) havia dito que um quinto preso morreu e que outros 5 presos estão desaparecidos, mas a informação ainda não foi confirmada oficialmente.

A cadeia Vidal Pessoa estava desativada desde outubro de 2016 por recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e foi reativada no último dia 2 após o 
massacre de 56 presos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).

Desde então, recebeu 284 presos transferidos de presídios do Amazonas por "medida de segurança". A intenção do governo era isolar os membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) dos outros presos da facção Família do Norte (FDN).

Os internos transferidos à Vidal Pessoa  estavam presos no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP).

A movimentação dos detentos começou por volta das 3h do horário local (5h de Brasília). No momento do tumulto, apenas dois agentes penitenciários monitoravam o local, segundo o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Amazonas, Antônio Santiago.

Em nota, o Comitê de Gerenciamento de Crise informou que os presos iniciaram uma briga por motivo desconhecido. Dos quatro mortos confirmados, três foram decapitados e um asfixiado. A OAB-AM diz ainda que um quinto detento morreu após dar entrada em um hospital de Manaus. Outro preso segue internado com quadro clínico estável em uma unidade hospitalar após passar por cirurgia.

O policiamento foi reforçado pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar. As mortes serão investigadas, segundo o comitê de crise. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) para identificação.

Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-AM, Epitácio Almeida, cinco detentos estão desaparecidos. A ausência dos internos foi notada após a contagem de presos. "Cinco [detentos] não foram encontrados. Podem estar escondidos no forro, foragidos", disse. Segundo ele, os presos já voltaram para as celas.

A Seap informou em nota que a Secretaria e a Polícia Militar estão realizando uma nova contagem na cadeia. A secretaria informou que a situação dentro da unidade é considerada "estável".


Fonte: G1
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