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ECONOMIA
     
11 de Janeiro, 2017 - 14:08
Inflação da construção fecha em 6,64% em 2016, diz IBGE

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,49% em dezembro, subindo 0,39 ponto percentual em relação à taxa de novembro (0,1%), e fechou 2016 em 6,64%, informou nesta quarta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2015, o índice havia sido de 5,5%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em novembro ficou em R$ 1.022,26, passou para R$ 1.027,30 em dezembro, sendo R$ 531,21 relativos aos materiais e R$ 496,09 à mão de obra.

A parcela dos materiais, com variação de 0,01%, subiu 0,07 ponto percentual em relação à taxa do mês anterior (-0,06%). Já a parcela da mão de obra apresentou variação de 1,02%, subindo 0,75 ponto percentual em relação a novembro (0,27%).

O resultado de 2016 registrou variação de 2,92% nos materiais, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 10,89%. Em 2015, a parcela dos materiais fechou em 3,78% e a mão de obra, em 7,55%.

Regiões

No mês de dezembro, a região Sul teve a variação de custo mensal mais elevada, com 2,09%. As demais taxas do mês de dezembro foram: 0,21% (Norte), 0,31% (Nordeste), 0,18% (Sudeste) e 0,46% (Centro-Oeste).


Já a região Sudeste apresentou a maior alta no ano, com 7,2%, ficando 2,25 pontos percentuais acima do registrado em 2015, 4,95%. Regiões Norte e Sul tiveram queda, no primeiro caso passando de 7,92% para 4,38%, e no segundo, de 7,81% para 6,78%. Nas demais regiões as variações foram as seguintes: Nordeste, de 4,51% para 6,6%, e Centro-Oeste, de 5,25% para 6,37%.


Quanto aos custos da construção, os valores, em dezembro, por metro quadrado foram: R$ 1.038,92 (Norte); R$ 948,71 (Nordeste); R$ 1.073,62 (Sudeste); R$ 1.067,70 (Sul) e R$ 1.037,84 (Centro-Oeste).


Devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo, o Paraná foi o estado que ficou com a maior taxa mensal, 4,48%, passando o custo médio por metro quadrado para R$ 1.056,92. Também sob pressão de reajuste salarial, o Piauí apresentou taxa de 3,1%, seguido pelo Rio Grande do Norte, 3,06% e Distrito Federal, 2,22%.


No acumulado em 2016, o estado do Piauí registrou a maior taxa, com 9,2%.

Fonte: G1
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