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MEIO AMBIENTE
     
27 de Dezembro, 2016 - 15:28
Infratores escapam das multas por desmate ilegal

A dívida em multas dos que desmataram ilegalmente em território mato-grossense este ano, inclusive em região de floresta amazônica, chegou, de janeiro a dezembro, a R$ 339 milhões. A soma é da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), responsável por multar os infratores. No entanto, de acordo com o superintendente de fiscalização da Sema, o major da PM Fagner do Nascimento, fazendeiros, que são a grande maioria dos infratores, usam de “subterfúgios legais e administrativos”, para não efetuarem o pagamento.

“O percentual de recolhimento é muito baixo, em comparação ao valor cobrado, porque recorrem e nisso vai anos”, lamenta o major.

O setor de fiscalização da Sema atuou este ano em 193, 9 mil hectares onde o crime ambiental teria ocorrido.

Até novembro, o acúmulo em 11 meses já refletia um aumento na aplicação de multas de 214% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Greenpeace, que é uma das principais organizações não-governamentais ambientais do mundo, informou na semana passada que os dez maiores multados por destruir a Amazônia entre agosto de 2015 e julho 2016 acumularam mais de R$ 260 milhões em penalidades e a maior parte dessas multas não são pagas. Ainda conforme o Greenpeace, contando com todos os estados da amazônia Legal, entre eles Mato Grosso, o valor total das multas ambientais aplicadas no período citado sobe para R$ 1,7 bilhão. As multas incluem crimes como desmatamento, exploração ilegal de madeira, transporte ilegal de madeira e fraude no sistema.

Dos 141 municípios mato-grossenses, dez deles concentram a maior quantidade de hectares autuados este ano: Nova Maringá (9.428) e Marcelândia (9.293), Feliz Natal (7.311), Colniza (6.629), Sapezal (6.276), Paranatinga (4.300), Matupá (3.039), Aripuanã (1.894), Itaúba (1.844) e Comodoro (1.824).(KW).


Fonte: Gazeta Digital
 2 Comentários  |  Comente esta matéria!
COMENTÁRIOS
  Nome: Talisia
  E-mail: tali@uol.com.br
  Publicado às: 27/12/2016 - 22:04:15
  Cidade: Sinop

ESSA PRÁTICA INTENSA E CONTINUADA DA ELIMINAÇÃO DAS FLORESTAS DO ESTADO DE MATO-GROSSO ESTÁ LIGADA À FALTA DE FISCALIZAÇÃO DO GOVERNO QUANTO AO COMPRIMENTO DAS LEIS, E QUANDO ISSO OCORRE A JUSTIÇA NÃO PUNE OS RESPONSÁVEIS A ALTURA PELO DESMATAMENTO ILEGAL, A FLORESTA É PARA A PRESENTE E AS FUTURAS GERAÇÕES.
  Nome: Talisia
  E-mail: tali@uol.com.br
  Publicado às: 27/12/2016 - 19:32:14
  Cidade: Sinop

É TRISTE MAIS É VERDADE NO ESTADO DE MATO-GROSSO O CRIME AMBIENTAL COMPENSA.
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